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Educação Cooperativa 2021

No mundo de hoje, o aprendizado deve ser permanente!

Inscrições abertas para o Programa Educação Cooperativa, uma parceria entre Coplana e Sescoop/SP.

 

• Pelo site – www.coplana.com – Educação Cooperativa.
• Podem se inscrever cooperados, jovens cooperados, esposas de cooperados, filhos, funcionários da administração da fazenda.
• As inscrições se encerram 10 dias antes da realização de cada curso.
• As vagas são limitadas e podem se esgotar com antecedência.

 

Termo de compromisso

  • No ato da inscrição, pelo site da Cooperativa, é necessário concordar com o Termo de Compromisso referente à participação nas aulas.
  • Em caso de não participação, a Cooperativa reserva-se o direito de cobrar multa do inscrito. Ressalta-se que a inscrição somente será válida se o interessado clicar em “Aceitar Termo de Compromisso”.

 

Contatos para mais informações

  • (16) 3251-9235 – Isabella
  • (16) 3251-9285 – Pedro

 

 

 

 

Criatividade e Inovação
Dias 5 e 6, das 8h às 12h
8 horas de duração
 

Objetivo: despertar nos participantes a criatividade e o espírito inovador, potencializando e integrando a capacidade criativa para encontrar novas formas para a solução de problemas no cotidiano da Cooperativa.

 

Palestra: As Emoções que Geram Doenças

Dia 8, das 8h às 10h
2 horas de duração

Irá abordar a relação entre as emoções e as doenças, objetivando o aprendizado sobre como lidar com as emoções para ter saúde e equilíbrio.

 

Gestão de Carreira
Dias 14 e 15, das 8h às 12h
8 horas de duração

Objetivo: preparar os profissionais para a execução de algumas das principais tarefas envolvidas na rotina de um departamento de pessoal, em alinhamento com as diretrizes do direito do trabalho.

 

Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) – Aspectos Legais

Dias 19 e 20, das 8h às 12h
8 horas de duração
 

Objetivo: atualizar profissionais e demais interessados nos fundamentos jurídicos e

impactos legais do uso da tecnologia da informação no dia-a-dia da

Cooperativa, promovendo a prevenção no cumprimento da legislação, assim como

a possíveis conflitos decorrentes da utilização dos sistemas e ferramentas de TI.

 

Indicadores de Desempenho
Dias 29, 30/07, 05 e 06/08 das 8h às 12h
8 horas de duração

Objetivo: promover capacitação para estruturar ou aprimorar o sistema de indicadores de desempenho da Cooperativa, esclarecendo conceitos e ferramentas para a medição do seu desenvolvimento.

 

 

 

 

Como Falar em Público

Dias 2 e 3, das 8h às 12h
8 horas de duração
 

Objetivo: desenvolver a capacidade de oratória, por meio de ferramentas

adequadas para transmitir credibilidade na expressão de ideias, possibilitando uma comunicação organizada, clara, natural e convincente durante apresentações.

 

Microsoft Office 365 – Versão Business

Dias 9 a 12, das 8h às 12h
16 horas de duração

Objetivo: conhecer as principais funcionalidades do Microsoft 365 na integração de dispositivos, aplicativos e arquivos, tanto virtual (“nuvem”) quanto local ou compartilhados com outros usuários, com foco nos principais recursos disponibilizados na versão Business para produtividade e trabalho em equipe.

 

Programação Neolinguística

Dias 30 e 31, das 8h às 12h
8 horas de duração

Objetivo: apresentar os conceitos e técnicas da Programação Neolinguística e sua aplicação no cotidiano como forma de promover a melhora na relação com clientes durante o atendimento em geral, nas negociações diversas e participações em reuniões.

 

 

 

 

Palestra: Saúde, Mente e Corpo – o ser humano biopsicossocial

Dia 10, das 8h às 10h
2 horas de duração
 

Objetivos: identificando os transtornos mentais, orientar sobre o processo das emoções nas alterações hormonais e as consequências para a saúde. Também diferenciar fantasia e  realidade para a manutenção da saúde mental e física.

 

Coaching e Feedback

Dias 16 e 17, das 8h às 12h
8 horas de duração
 

Objetivo: aprimorar as habilidades de liderança por meio do coaching e do feedback assertivo, a partir do autoconhecimento e da percepção do estilo pessoal de liderança, trazendo os modelos mais atuais de gestão de pessoas.

 

Liderança

Dias 29 e 30, das 8h às 12h
8 horas de duração

Objetivo: desenvolver líderes a partir das principais ferramentas de autodesenvolvimento e desenvolvimento de equipes, garantindo resultados sustentáveis para colaboradores e Cooperativa.

 

 

 

 

Curso Libras Básico (Presencial)

Dias 28/09, 05/10, 12/10, 26/10 e 01/11, das 8h às 17h
40 horas de duração
 

  • Módulo 1: introdução aos parâmetros da libras: cultura surda; forma adequada de atendimento e legislação
  • Módulo 2: alfabeto manual; identificação pessoal e cumprimentos
  • Módulo 3: aspectos gramaticais da libras e diferenças entre português e libras.
  • Módulo 4: numerais, plural e sinais de marcação temporal 332
  • Módulo 5: expressão facial e corporal, movimento e espaço da libras, vocabulário básico
  • Módulo 6: sinais compostos e sinais simples; vocabulário básico
  • Módulo 7: verbos indicadores, de manuseio e simples; tipos de frase
  • Módulo 8: sinais de uso corriqueiro/ vocabulário básico e conversação
  • Módulo 9: simulações de atendimento e sinais específicos utilizados do cotidiano
  • Módulo 10: revisão e atividade final

Curso Libras Intermediário (Presencial)

Dias 09/11, 16/11, 23/11, 30/11, 07/12, das 8h às 17h
40 horas de duração
 

  • Módulo 1: breve revisão do conteúdo básico, formação de palavras na libras
  • Módulo 2: configuração de mão, movimento, ponto de articulação, expressão facial e uso do espaço
  • Módulo 3: unidades mínimas distintas ou morfemas; pronomes
  • Módulo 4: expressões idiomáticas, formação de palavras e estruturação da sentença
  • Módulo 5: vocabulário, datilologia e conversação
  • Módulo 6: classificadores, verbos, adjetivos, advérbios
  • Módulo 7: parâmetros da libras, produção e compreensão dos sinais, simulações de atendimento e sinais específicos utilizados do cotidiano
  • Módulo 8: técnicas de interpretação e tradução – português x libras – libras x português – nível i
  • Módulo 9: tradução de histórias, contos e fábulas nível i
  • Módulo 10: revisão e atividade final.

Palestra:  Qualidade de Vida – Acrescentando vida aos anos

Dia 13, das 8h às 10h
2 horas de duração
 

Objetivos: identificar os benefícios de permanecer ativo fisicamente e mentalmente na melhor idade, vivendo em harmonia com saúde emocional para uma vida sem depressão; planejar atividades físicas, de lazer, de convívio social e práticas de esporte.

 

Neuroinovação

Dias 19 e 20, das 8h às 12h
8 horas de duração

 

Objetivo: explanar sobre o conceito da neurociência aplicada ao processo de inovação, propondo ao participante reflexão e autoconhecimento que contribuam na identificação e desenvolvimento de soluções inovadoras, com base no comportamento e nos mecanismos cerebrais de tomada de decisão.

 

 

 

 

Liderança e Motivação de Equipes

Dias 22 a 25, das 8h às 12h
16 horas de duração

Objetivo: aprimorar a liderança por meio da comunicação, motivação e outras ferramentas que promovam a condução eficiente das equipes.

 

Palestra: Primeiros Socorros

Dias 30, das 8h às 10h
2 horas de duração

Objetivos: abordar os acidentes estatisticamente mais comuns na infância no Brasil e no mundo, orientando sobre: como se comportar no caso de acidente, o que fazer nos casos de ingestão de produto químico e de objeto, picada de animal peçonhento, quedas, fraturas, cortes, queimaduras, engasgo, choque.

 

 

 

 

Controle do Estresse no Ambiente de Trabalho

Dia 3, das 8h às 10h
2 horas de duração

Objetivo: tratar as causas do estresse e a forma como lidar, a fim de melhorar a qualidade de vida e a saúde.

 

Redação Empresarial e Atualização Gramatical

Dias 6 e 7, das 8h às 12h
8 horas de duração

Objetivo: capacitar os profissionais para uma boa comunicação escrita por meio da utilização de técnicas de redação empresarial e da elaboração de textos objetivos, redigidos corretamente, considerando-se as atualizações gramaticais da língua portuguesa.

 

Office: PowerPoint Intermediário – Avançado
Dias 8 e 9, das 8h às 12h
8 horas de duração

Objetivo: desenvolver habilidades técnicas para que os participantes consigam executar o programa PowerPoint em suas funcionalidades intermediárias e avançadas, na criação e montagem de roteiros de apresentações visuais.

 

 

 

 

Orquídeas: as queridas dos lares brasileiros

Beleza e delicadeza! Essas podem ser consideradas as características mais marcantes das orquídeas, plantas entre as mais evoluídas do planeta, devido à sua capacidade de adaptação em diferentes habitats e climas.

Para a paisagista Deise Maria Miquelini Costa, a paixão pelas orquídeas começou há mais de 20 anos, ao receber um exemplar de presente. “Eu sempre gostei muito de orquídeas, mas tudo começou no meu aniversário, quando eu ganhei uma Cattleya Ppurpurata. Eu fiquei apaixonada, e, desde então, e eu não podia ver uma orquídea diferente que eu estava comprando. Quando eu vi, já estava com mais de 100 orquídeas. As orquídeas são um espetáculo, não há quem não se apaixone por elas.”

Atualmente, Deise tem em sua casa aproximadamente 50 orquídeas e conta os “segredos” para que fiquem saudáveis. “Ao contrário do que muita gente fala, que a orquídea gosta de ser abandonada para dar flor, não é bem assim. A orquídea é muito exigente. A adubação tem que ser a cada 15 dias, e é preciso controlar as pragas. Em determinadas épocas do ano, há a presença de cochonilhas (insetos que atacam vários tipos de plantas, cujo controle pode ser feito com produto químico). A orquídea é uma planta que exige muito cuidado, e o meu segredo é amor, paciência e tempo”, destaca Deise.

Além de amor, paciência e tempo, é necessário ter alguns cuidados para o cultivo em casa, como destaca Cibele Mantovani, engenheira agrônoma e doutora em Produção Vegetal pela Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV)/Unesp Jaboticabal. “Existem orquídeas que preferem mais claridade e outras que preferem mais sombra… As orquídeas podem ser cultivadas em diversos ambientes: estufa, pergolado, varanda, garagem, jardim de inverno, em árvores e em palmeiras, desde que recebam claridade suficiente para crescerem. Para cultivar dentro de casa, é preciso local ventilado e com a luminosidade adequada”, destaca a pesquisadora. Entre o público brasileiro, há as campeãs de popularidade. A agrônoma afirma que para quem quer cultivar em casa, o s tipos mais comuns são os híbridos dos gêneros: Phalaenopsis, Dendrobium, Cattleya e Oncidium.

E você, que tal se aventurar pelo mundo das orquídeas? São facilmente encontradas em viveiros de toda a nossa região, assim como produtos para os cuidados básicos. Elas vão decorar de forma elegante sua casa e deixar os dias mais coloridos.

 

A seguir, uma espécie de manual preparado por Cibele sobre os principais cuidados para quem quer cultivar em casa.

Replantio de orquídeas

Só deve-se replantar orquídea que apresente brotos ou raízes novas, isso é o sinal de que ela vai se enraizar após o plantio.

Orquídeas não gostam de vasos grandes! O tamanho do vaso deve ser proporcional ao tamanho da muda, ou seja, muda pequena em vaso pequeno e conforme vai crescendo e chegando na borda do vaso pode-se replantar sempre deixando o espaço do vaso para o lado onde saem os brotos.

Pode-se usar vaso de barro (seca mais rápido), vaso de plástico (mantém mais úmido o substrato e raízes), todos com furos na parte inferior para escoar água, não usar pratinho em vasos de orquídeas, não pode ficar água parada no fundo do vaso, por isso coloca-se de 2 a 3 cm de pedras no fundo do vaso para drenar a água.

As orquídeas terrestres devem ser cultivadas com terra vegetal ou húmus. As orquídeas epífitas que são a maioria, podem viver fixadas em troncos de árvores ou palmeiras e quando cultivadas em vaso o substrato mais utilizado é casca de pinus, carvão vegetal, esfagno, chip de casca de coco ou misturas.

Ao replantar, retirar todas as raízes secas do vaso, deixando somente as raízes verdes e vivas. Acomodar a muda completando o interior do vaso com substrato, sem apertar as raízes. Se necessário amarre uma estaca para firmar a muda.

Nunca cobrir os pseudobulbos e gemas da orquídea com o substrato, pois podem apodrecer e não brotar.

Ambiente para cultivar orquídeas

Existem orquídeas que preferem mais claridade e outras que preferem mais sombra.

Mudas pequenas precisam de mais sombra, pode-se usar tela de sombreamento de 80%.

Mudas adultas e que já floriram podem receber mais luz, mas nunca o sol da tarde direto nas folhas pois há risco de causar queimaduras nas folhas, pode-se usar tela de sombreamento de 65% a 70%.

As orquídeas podem ser cultivadas em diversos ambientes: estufa, pergolado, varanda, garagem, jardim de inverno, em árvores e em palmeiras, desde que recebam claridade suficiente para crescerem.

Para cultivar orquídeas dentro de casa, é preciso local ventilado e com a luminosidade adequada. Lembre-se nenhuma orquídea vive sem luz.

Quando devo molhar minha orquídea?

Excesso de água é a principal causa das doenças (podridões) que matam as orquídeas. Já a falta de água pode matar também, mas as orquídeas suportam ficar vários dias sem água, principalmente se a umidade do ar estiver alta.

Deve-se molhar quando colocar o dedo no meio do substrato do vaso e perceber que está sem umidade, ou seja, seco.

Nunca molhar se o substrato dentro do vaso estiver úmido. Nas épocas mais frias do ano molha-se menos e nas épocas quentes e secas molha-se mais.

Nas épocas de chuva, não deixar os vasos encharcarem de água, isso pode matar sua orquídea em poucos dias.

Adubação de orquídeas

Lembre-se: o substrato dentro do vaso de cultivo não serve de alimento para as orquídeas, elas só usam o substrato para se fixarem como se estivessem no galho de uma árvore.

Adubação foliar pode ser feita a cada 7 dias utilizando-se 1 grama (1 colherzinha de café) de adubo foliar para cada litro de água. Este adubo dissolvido na água é pulverizado nas folhas das orquídeas e pode escorrer para o substrato do vaso também. Aplicar sempre de manhã, nas horas mais frescas do dia.

Geralmente usa-se adubo solúvel em água com a fórmula 10-30-20 que seria para estimular a floração nas orquídeas. Não aplicar este adubo quando as orquídeas estão com flores ou botões.

Aplicar no vaso, sempre do lado da muda, uma colher de Adubo orgânico Bokashi, que ajuda a orquídea a enraizar e crescer mais; pois é um adubo completo que contém todos os nutrientes essenciais para as orquídeas.

Pode ser aplicado em qualquer planta, sendo uma colher de sopa para vasos grandes e uma colher de chá para vasos pequenos.

E lembre-se: orquídea bem adubada e bem cuidada não fica doente.

Fonte: Cibele Mantovani, Enga. Agrônoma especialista no cultivo e adubação de orquídeas, www.orquideasmantovani.com.br

 

Esta reportagem foi uma sugestão de pauta do Núcleo da Mulher Coplana. Integrantes do Núcleo: Danielle Bellodi Baratela, Camila Bellodi, Jaqueline Nuno, Simone Penariol e Thais Nucci.

Coplana expande recebimento e armazenamento de amendoim em 1 milhão de sacos

Nova Unidade, onde era a antiga Usina São Carlos, entra em operação já na próxima safra

Expansão. Esse é o conceito que Diretoria e executivos da Coplana vinham discutindo e que se concretizou em abril de 2021. A Cooperativa está construindo uma segunda unidade de grãos, denominada Unidade São Carlos, com o objetivo de aumentar sua capacidade de recebimento e armazenamento de amendoim e soja.

A previsão de entrega da primeira etapa é fevereiro de 2022, e a expectativa é que a Unidade São Carlos já receba o amendoim nessa mesma safra, como destaca o presidente da Coplana, Bruno Rangel Geraldo Martins.

“Nós estamos conseguindo cumprir o cronograma, para que possamos receber o amendoim para a próxima safra, com mais agilidade, menos fila, com maior capacidade. Tão logo tenhamos uma estrutura para receber os cooperados, nós os convidaremos para que visitem as obras e o modelo que está sendo adotado na nova estrutura. A construção está sendo realizada de uma forma muito mais moderna, em seu sistema de linha de produção e linha de descarga. Nós estamos muito felizes por poder fazer este investimento, que proporcionará o recebimento do amendoim em um processo mais ágil. A expectativa é que na próxima safra possamos fazer o recebimento do amendoim na Unidade de Jaboticabal e na Unidade São Carlos”, comentou Bruno.

Localizada em uma área de 56,8 hectares, a nova unidade está sendo instalada onde era a antiga sede da usina São Carlos, no distrito de Córrego Rico, Jaboticabal, como explica Mirela Cristina Gradim, superintendente da Coplana.  “Desde 2019, estávamos vislumbrando a ampliação da nossa recepção de amendoim em um milhão de sacos. Estávamos trabalhando no aperfeiçoamento do projeto como um todo, estudando não só a viabilidade econômica, mas avaliando localização, qualidade dos equipamentos, tipo de secagem, de moega, entre outros aspectos. Mesmo em meio à pandemia, em outubro de 2020, o Conselho de Administração aprovou o investimento. A partir desse momento, começamos a buscar o melhor local, quais imóveis disponíveis à venda, e passamos a procurar um agente financeiro para realizar o financiamento do projeto. Foi quando identificamos a oportunidade da compra da antiga Usina São Carlos. Em meados de abril de 2021, finalmente o negócio foi fechado”, comentou a superintendente.

A decisão pela nova unidade foi motivada também pela pesquisa sobre as demandas de mercado, crescimento da cultura do amendoim no país, além de projetos futuros, como destaca Diego de Mendonça Fernandes, gerente executivo de operações da Cooperativa. “Este é um momento de ampliação da cultura do amendoim no Brasil, que já vem acontecendo, não só para a Coplana, mas para o mercado e para os nossos cooperados, que têm crescido de uma maneira bastante significativa. Então, surgiu a necessidade de a Coplana atender os produtores.”

Projeto de expansão

O projeto da Unidade São Carlos foi dividido em três etapas, cada uma com capacidade de recebimento de um milhão de sacos de amendoim. A planta será construída de acordo com o desenvolvimento e a demanda do mercado. Além do amendoim, a unidade terá futuramente instalações para o recebimento e armazenamento de soja.

A construção da primeira fase está ocorrendo em uma área de 7,4 hectares, e o projeto compreende a instalação de um galpão de equipamentos, para recepção e limpeza do amendoim; três galpões de secagem, com 40 conjuntos de secadores; e dois armazéns, cada um com capacidade para 500 mil sacos de amendoim.

Quando houver a necessidade da construção das outras duas etapas do projeto, as expansões seguirão o mesmo modelo. No futuro, serão três galpões de equipamentos, seis de armazenagem e oito galpões de secagem.

Considerando a capacidade já existente de recepção, que é de 3 milhões de sacos na Unidade de Grãos de Jaboticabal, a Coplana poderá receber, na safra 2021/2022, 33% a mais, ou um total de 4 milhões de sacos. Nos próximos anos, quando toda a planta da Unidade São Carlos estiver em operação, a Coplana poderá receber até seis milhões de sacos de amendoim por safra.

Preservação da história

Com a aquisição da área da extinta Usina São Carlos, a intenção da Coplana é restaurar alguns locais dentro da propriedade, que marcaram a história da usina e que farão parte deste novo capítulo que a Cooperativa está construindo, como destaca Diego Fernandes. “Quanto à estrutura onde estavam a antiga escola e a capela, futuramente, a Coplana pretende restaurar para manter a história da região. Esta usina foi muito importante para a região de Jaboticabal, e muitas das pessoas que trabalham hoje na Coplana, trabalharam, estudaram ou frequentaram eventos religiosos na usina. O projeto de expansão também tem um trabalho social importante, que é o de recompor parte deste patrimônio histórico.”

Projeto Manejo Biológico

Iniciativa pretende aumento do uso de insumos biológicos nas lavouras da região

No dia 23 de setembro, a Coplana e a Socicana realizaram o lançamento do Projeto Manejo Biológico, que tem como objetivo promover o uso desse tipo de insumo em cana-de-açúcar, amendoim e soja, entre os produtores cooperados da Coplana e associados da Socicana. A duração é de 12 meses, e entre os temas que estão sendo abordados, destaque para: uso de inoculantes e de microrganismos, controle de pragas e de nematoides.

 Dentro da iniciativa, as equipes técnicas das entidades, assim como produtores e colaboradores que trabalham nas propriedades, recebem treinamentos de especialistas reconhecidos no setor. Fazem parte do time, os pesquisadores Alexandre de Sene, Fernando Andreote, Leila Dinardo, Odair Fernandes, Samuel Roggia e Solon de Araújo. O produtor deve fazer sua inscrição com o agrônomo da Coplana ou Socicana.

Com suporte dos agrônomos e de acordo com um ranking, os produtores que mais utilizarem biológicos, tanto em volume total, quanto em volume relativo por área, serão premiados com pacotes tecnológicos de serviços.

No evento de lançamento estavam presentes produtores, membros das Diretorias das duas entidades, gestores e técnicos.

Para José Antonio de Souza Rossato Junior, vice-presidente da Coplana e diretor tesoureiro da Socicana, o Projeto Manejo Biológico tem uma proposta alinhada com os objetivos da sociedade atual. “Hoje, é comum você ver alunos dentro das universidades perguntando sobre controle biológico. Nós temos uma onda geracional, que vem ao encontro dos desdobramentos que a pandemia nos trouxe: a segurança alimentar e a questão do alimento sustentável. Esses dois grandes pilares se aglutinam, e aí vem a nossa proposta da Coplana e Socicana dentro do Projeto Manejo Biológico, iniciativa pioneira das nossas entidades, que vai contar com um time de craques dentro da pesquisa, da extensão e com empresas parceiras”, destacou.

O diretor secretário da Coplana, Sérgio de Souza Nakagi, falou sobre a importância do projeto e sua própria experiência. “Sou um adepto do manejo biológico, apesar de não fazer uma agricultura orgânica. Busco o equilíbrio das nossas culturas, tentando minimizar algumas despesas, alguns custos e fatores que possam impactar diretamente no resultado. Eu vejo, como Cooperativa, que nós temos que buscar constantemente novas tecnologias. A natureza é sábia, puramente feita de organismos, microrganismos, e precisamos buscar o equilíbrio. O manejo biológico é um programa com o qual temos que buscar evoluir muito. Eu espero que tenhamos muitos frutos junto à Coplana, à Socicana, aos nossos cooperados e associados.”

Com o uso crescente de biológicos nas lavouras, o trabalho também atende à necessidade de fornecer informações consistentes ao produtor, como destaca Eduardo Rodriguez, gerente de Tecnologia Agrícola e Inovação, departamento responsável pelo projeto na Cooperativa. “O projeto visa desmistificar o uso de insumos biológicos, levando mais conhecimento técnico aos cooperados e equipe. Assim, o produtor passa a conhecer características, funções e resultados práticos. Além disso, visamos reconhecer quem já tem usado biológicos e incentivar de forma geral uma adoção maior para ganhos de eficiência no controle de pragas e doenças e aumento de produtividade. É um segmento do mercado que está crescendo muito, dentro de uma demanda mundial relacionada à maior sustentabilidade da produção agrícola.”

Na visão do superintende da Socicana, Rafael Bordonal Kalaki, com o mercado mais voltado para uma produção sustentável, o projeto vai ao encontro dessas transformações. “A nossa ideia é difundir conhecimento e promover as melhores práticas na agricultura. Fazem parte dos objetivos das duas organizações, Coplana e Socicana, levar conhecimento, capacitar e promover sustentabilidade. A sociedade demandará mudanças nas formas de produção, e quanto antes iniciarmos esse processo de transformações, mais suave será e mais benefícios como pioneiros iremos conseguir. Como exemplo, temos uma certificação para cana-de-açúcar como a Bonsucro, ou a iniciativa com o Sicoob Coopecredi, do crédito rural verde, ou os CBios. Todas essas iniciativas acabam considerando o controle biológico como algo benéfico, seja pela redução de insumos ou redução de diesel. Então, o manejo biológico está contemplado nessas iniciativas, que já trazem uma série de benefícios aos produtores. O manejo biológico é perfeitamente possível, mas é claro que tem suas limitações”.

No lançamento também foi feita uma apresentação técnica, em que a diretora executiva de Biológicos da CropLife Brasil, Amália Piazentim Borsari, abordou os benefícios dos biológicos para a lavoura. Ela afirma que o crescimento deste mercado pode chegar a 600% até 2025 e a 1.600% até 2030.  “A agricultura brasileira será biológica. Diante de todos esses fatores nós podemos afirmar que os biodenfensivos são essenciais, e são obrigatórios para a agricultura moderna, para os desafios de uma agricultura tropical e para os desafios de uma agricultura ESG (sigla em inglês para  Governança, Ambiental, Social)”, comentou Amália.

As equipes técnicas da Coplana e Socicana estão alinhadas com os objetivos do programa e disponíveis para conversar e orientar o produtor sobre a melhor conduta para a sua área. Procure hoje mesmo por seu agrônomo. Todos os conteúdos estão disponíveis em www.manejobiologico.com.br

Projeto Calendário 2022 discutiu os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU

Nos dias 23 e 24 de setembro, foram realizados os encontros do Projeto Calendário 2022, reunindo os inscritos e Comissão Organizadora em uma sala virtual, assim como ocorreu no ano passado.  A ação é promovida pela Coplana, Socicana e Sicoob Coopecredi, e a premiação para cada um dos participantes, independentemente da classificação, é uma Poupança Sicoob. O tema desta edição são os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pela Organização das Nações Unidas, ONU. Foram selecionados 12 desenhos e 12 frases, que mais atenderam ao tema para compor o Calendário 2022.

“A Coplana, a Socicana e o Sicoob Coopecredi trazem como diretrizes a promoção do desenvolvimento sustentável, com preocupação social, serviços de qualidade, equidade e capacitação  de seus cooperados/associados e comunidade. Dessa forma, este ano lançou o Projeto Calendário com base nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, explica Eduardo Mucci, gerente de Assistência Social e de Comunicação da Socicana, além de membro da Comissão Organizadora do Projeto Calendário.

Os objetivos concentram os temas de maior relevância para a sociedade mundial e fazem parte das discussões de grandes empresas, instituições e governos, como: erradicação da pobreza, segurança alimentar, agricultura, saúde, educação, igualdade de gênero, redução das desigualdades, energia, água e saneamento, padrões sustentáveis de produção e de consumo, mudança do clima, cidades sustentáveis, proteção dos oceanos e ecossistemas terrestres, crescimento econômico inclusivo, infraestrutura e industrialização.

Para Eduardo, as crianças e adolescentes mostraram-se muito comprometidos. “Durante o evento, foi apresentado o vídeo oficial da ONU, além de uma encenação teatral, conduzida pelos colaboradores André e Rafael, do Sicoob Coopecredi. Pudemos sentir a preocupação de todos os participantes, devido à seriedade e atualidade do tema. O evento foi um sucesso e, dessa forma, a Coplana, a Socicana e o Sicoob Coopecredi continuam atuando na defesa dos direitos humanos, fortalecimento da classe e da comunidade”, concluiu.

Os desenhos e frases selecionados serão divulgados em dezembro, com a distribuição do calendário 2022.

Coplana conclui campanha de arrecadação de alimentos com 10 toneladas na região

A Coplana concluiu sua Campanha “Vamos Cooperar? A fome não pode esperar!”, uma iniciativa promovida pelo sistema Ocesp/Sescoop-SP (Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo). O objetivo do sistema foi unir-se à sociedade para contribuir com famílias de todo o Estado que, durante a pandemia, tiveram uma redução na renda ou perderam seus empregos. A ação integrou o Dia de Cooperar, que ocorre anualmente e volta suas ações para benefícios sociais em vários segmentos.

No caso da Coplana, a campanha foi realizada nos meses de julho e agosto e concentrou-se na arrecadação de cestas básicas em cada uma de suas Filiais. Colaboradores, clientes e cooperados doaram cestas e alimentos não perecíveis. A cada cesta obtida na campanha, a Coplana doou uma cesta adicional. Todo o volume foi destinado às Secretarias de Assistência Social das cidades onde a Cooperativa atua. Os municípios, portanto, ficaram responsáveis por distribuir os mantimentos para as famílias cadastradas. Participaram da campanha: Guariba, Jaboticabal, Dumont, Taquaritinga, Pradópolis, Batatais e Colina. No total, foram arrecadadas duzentas cestas e outras duzentas foram doadas pela Coplana. As quatrocentas cestas básicas, portanto, somaram cerca de 10 toneladas de alimentos.

Em todo o Brasil, as cooperativas do agronegócio se mobilizaram para, em suas regiões, promover ações de suporte às comunidades. O trabalho foi inspirado no movimento Agro Fraterno, liderado pela Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e Instituto Pensar Agropecuária (IPA). O Agro Fraterno foi lançado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), no dia 1º de junho, com apoio da líder da pasta, ministra Tereza Cristina. Em todo o país, o movimento arrecadou até agora cerca de 200 toneladas de alimentos.

Para a Coplana, a campanha está fortemente alinhada com as ações que já realiza na área de responsabilidade social. Em seus setores, a Cooperativa manteve suas atividades, durante a pandemia, adotando todos os protocolos recomendados pelas autoridades sanitárias. Seus objetivos de sustentabilidade ultrapassam os segmentos do agronegócio, mantendo sua atenção para o desenvolvimento das regiões onde atua. A Coplana agradece todos que contribuíram: colaboradores, membros da comunidade e cooperados, reconhecendo que somente a união e o compromisso do setor produtivo e sociedade poderão superar a pandemia e seus efeitos.

Coplana reinaugura Loja de Pradópolis

Conforto, praticidade e o atendimento diferenciado são a marca da iniciativa

A Coplana reinaugurou, no dia 23 de agosto, sua Loja na cidade de Pradópolis, em um espaço amplo, com estacionamento, maior conforto e praticidade para cooperados e clientes. Localizada à Av. Monte Sereno, 1.235, Jardim Maria Luiza II, a nova Loja conta com mais de 12 mil itens. Para a lavoura, oferece insumos agrícolas, máquinas, tratores e peças. Possui também produtos que atendem o público da cidade, como ferramentas, artigos para pets e de uso veterinário, casa e jardim e setor automotivo, além de itens marca própria, entre coturnos, botinas e chapéus.

A reinauguração contou com a presença de cooperados, colaboradores, membros da Diretoria e do Conselho da Cooperativa e representantes da comunidade. O presidente da Coplana, Bruno Rangel Geraldo Martins, lembrou do papel fundamental do município. “A cidade é bastante importante na história e na vida da Coplana, e não teria como fazermos uma loja menor do que a importância dessa cidade. Que aqui, possamos fazer bons negócios, manter os amigos e levar para os nossos produtores mais tecnologia e produtividade. Esses, talvez, sejam os maiores objetivos da nossa Cooperativa.”

Para Sérgio de Souza Nakagi, diretor secretário, o momento foi de comemorar as parcerias. “É uma satisfação imensa poder participar dessa Cooperativa, em que tanto acreditamos, que tem princípios e valores. Parabéns a toda a equipe. Que possamos a cada dia atender melhor nossos cooperados.”

José Marcelo Alves Pacífico, gerente técnico-comercial de insumos, falou de história. “Esta conquista é um capítulo especial. Nasceu da iniciativa de um núcleo de cooperados coesos. Ocupávamos uma sala na Casa da Lavoura, eu como agrônomo de campo. Em 1993, a Sônia veio trabalhar conosco e está até hoje. Daquele escritório e do desejo do núcleo nasceu a nossa Filial, inaugurada em janeiro de 2003. A Filial prosperou, nesta que é uma cidade próspera. E hoje, estamos aqui, em agosto de 2021, com uma loja ampla, moderna, para os cooperados e toda a comunidade de Pradópolis.”

O gerente de negócios da Coplana, Cézar Cimatti, fez um convite à cidade e região. “Eu gostaria de convidar a população da cidade, para conhecer esta loja: ampla, climatizada, com mais de 12 mil itens, com amplo estacionamento, e para conhecer o que nós fizemos para atendê-los cada vez melhor. ”

8ª Feira Coplana de Negócios

Praticidade no atendimento funciona e leva resultados para a lavoura

Assim como ocorreu na edição anterior, a Cooperativa realizou a 8ª Feira Coplana de Negócios em um formato dinâmico e enxuto, com toda a equipe mobilizada para ir até o produtor rural. O modelo teve como objetivo oferecer segurança para cooperados e equipe, em relação aos protocolos de prevenção à Covid-19. Ao mesmo tempo, o sistema “Vamos até você!” promoveu maior praticidade e agilidade no atendimento.

Coordenadores de Loja, agrônomos e vendedores externos se dividiram para visitar todos os cooperados e levar condições exclusivas em máquinas, tratores, implementos e insumos, além de serviços técnicos.

A Feira Coplana de Negócios teve como grande diferencial a oferta de oportunidades exclusivas, a partir de uma parceria sólida com as empresas fornecedoras. Dessa forma, garantiu ao produtor a possibilidade de planejar a safra 2021/2022, tendo o produto necessário para a sua lavoura no momento certo.

A Feira, a cada ano, vem surpreendendo pelo volume de negócios concluídos, o que demonstra o forte alinhamento da equipe com as necessidades do cooperado. O atendimento personalizado na lavoura provou ser a opção mais acertada para o produtor, reflexo dos novos tempos, em que o mercado valoriza a inovação e a simplificação nos relacionamentos.

O evento também trouxe apresentações de palestras técnicas, em formato on-line, focadas em temas do dia a dia do campo: “Previsões Climáticas” – com o meteorologista  da Climatempo, Celso Oliveira; “Como diminuir o impacto da seca e da geada em canaviais de alta produtividade” –  Prof. Dr. Gaspar Korndorfer; “Como reduzir o estresse por déficit hídrico, buscando altas produtividades na cultura da soja” – Dr. Marcos Iamamoto; e “Como  reduzir o estresse por déficit hídrico, buscando altas produtividades na cultura do amendoim” – Prof. Dr. Carlos Alexandre Costa Crusciol.

Todas as palestras técnicas permanecem disponíveis no canal no Youtube e podem ser acessadas pelo QR Code.

Cultura do milho

 Cultura do milho

O destaque é a versatilidade

 

O milho vem se destacando entre os principais produtos da balança comercial do Brasil, e o país é o terceiro maior produtor mundial do grão, ficando atrás de Estados Unidos e China. A previsão para a safra 2020/2021, segundo a consultoria Datagro é de que a produção nacional chegue a 101,65 milhões toneladas de milho.

Milho como cultura de rotação

No Brasil, são três safras ao ano: a safra de verão, com plantio entre setembro e dezembro; a safrinha, com o plantio de janeiro a abril; e a terceira safra, em que o plantio ocorre de abril a junho.

Cultura versátil, o milho também encontrou espaço na rotação com cana-de-açúcar, como explica Luiz Gustavo Gandini de Oliveira Bueno, engenheiro agrônomo da Coplana. “Uma prática muito utilizada em nossa região na reforma de canaviais é a rotação com cereais, sendo as principais, o amendoim e a soja. O milho vem ganhando espaço nesse cenário. O produtor acaba postergando a reforma do canavial por um ano e incluindo culturas como o milho em seu manejo. Também está sendo usado para o plantio na sequência da soja ou amendoim. Isso reduz o índice de pragas e doenças na lavoura, reciclando nutrientes. O produtor pode passar a ter um excelente retorno financeiro, por ser a principal fonte energética na alimentação animal. E o investimento é consideravelmente pequeno em equipamentos agrícolas para condução da cultura, sendo necessário investir apenas na mudança de plataforma de colheita ”, destaca Gandini.

Para Sérgio de Souza Nakagi, produtor e diretor secretário da Coplana, a cultura do milho atende a vários propósitos. “O milho possui diversas variedades, algumas com rusticidade boa para atender ao plantio do milho safrinha, por exemplo. O milho tem várias finalidades: pode ser utilizado para grãos, quando é preciso esperar a planta morrer e secar para depois colher; pode ser utilizado como silagem, para ração animal; e também para a produção de biocombustível. O milho tem valor agregado, comparado ao sorgo e ao milheto, devido à sua característica de cultura que pode ser utilizada para diversos fins. ”

Controle de pragas e doenças

Como outras culturas, a lavoura de milho precisa ser constantemente monitorada, principalmente para evitar doenças e pragas. Entre as principais pragas que causam danos no desenvolvimento inicial da planta estão: corós, larva-arame, lagarta-rosca, lagarta-elasmo e a larva-alfinete. Elas podem ser controladas, de forma geral, com o tratamento das sementes e uso de inseticidas sistêmicos no sulco de plantio.

As pragas de parte aérea causam danos na parte superior da planta, sendo os principais prejuízos: redução de área foliar (lagarta-do-cartucho), redução de fotoassimilados (cigarrinha-do-milho), redução e deterioração de grãos (lagarta-da-espiga). O controle dessas pragas pode ser realizado com inseticidas químicos, ou através de controle biológico, com o manejo integrado de pragas (MIP), posicionando a melhor estratégia de acordo com a época de aplicação e índice de infestação.

No geral, vale a prevenção com fungicidas. “O controle de doenças na cultura do milho é feito, basicamente, através do uso de fungicidas multissítio, de maneira preventiva, com o intuito de evitar a entrada do patógeno na planta e, consequentemente, reduzir a área fotossintética”, lembra o agrônomo Gandini.

Principais desafios da cultura

O principal desafio para produtores são as questões climáticas, que interferem diretamente no planejamento da produção. Para Nakagi, encontrar uma janela adequada de plantio entre uma cultura e outra não é tarefa fácil. “O milho é uma cultura de um ciclo um pouco mais longo, comparado à soja e ao amendoim. Com o milho, você tenta fazer com que o plantio, para a safrinha, seja feito o quanto antes. No máximo, até os meses de fevereiro e março, o que vai depender do regime de chuvas e umidade no solo. Nas últimas safras, não temos tido boas condições climáticas, o que se torna um desafio encontrar uma janela adequada de plantio para obter sucesso com a produção” afirma.

O agrônomo da Coplana, Luiz Gustavo Gandini, também aponta desafios no manejo. “O principal desafio desta cultura está relacionado ao bom manejo nutricional, realizando o aporte de nutrientes nos momentos específicos de necessidade da cultura, e no controle de pragas, especificamente a cigarrinha-do-milho. Essa praga, se não controlada, pode reduzir drasticamente o desenvolvimento da cultura e também fazer com que o produtor perca sua lavoura. ”

Dessa forma, a melhor estratégia é buscar sempre o apoio técnicos para tomar a melhor decisão e, assim, explorar todo o potencial que a cultura pode entregar ao produtor. Na hora de produzir, entre em contato com nossa equipe para orientações e recomendações.

Esta reportagem foi uma sugestão de pauta do Núcleo da Mulher Coplana, com o objetivo de trazer conhecimento sobre as culturas da região. Integrantes do Núcleo: Danielle Bellodi Baratela, Camila Bellodi, Jaqueline Nuno, Simone Penariol e Thais Nucci.

Coplana lança APP de apoio ao cooperado

A Coplana está lançando um aplicativo de uso exclusivo do cooperado para as operações do dia a dia, como informações sobre seus produtos armazenados, recebimento de grãos, dados de boletos, financiamentos, solicitações de serviços, entre outros. O APP Coplana é compatível com os sistemas Android e IOS e pode ser baixado pelas plataformas Apple Store e Play Store gratuitamente.

O objetivo é agilizar diversos tipos de atividades, promovendo maior autonomia ao produtor, com a praticidade que a ferramenta digital oferece. O APP foi desenvolvido pela equipe de TI, Tecnologia da Informação da Cooperativa, que estará disponível para oferecer suporte necessário ao usuário.

“A ideia da concepção desse aplicativo é permitir ao produtor, que está no campo ou sem acesso ao computador, maior mobilidade. O APP oferece segurança e transparência, traz as informações principais dos negócios que o cooperado tem com a Coplana, como as relações de boleto e financiamentos, serviços técnicos, bem como a venda e a gestão de seu volume de soja”, comenta José Guilherme Nogueira, gerente Administrativo e Financeiro da Cooperativa.

José Guilherme também destaca o aspecto da segurança no uso do dispositivo. “Ele pode ter os relatórios em mãos, em tempo real para que possa fazer a tomada de decisão e gerenciar ainda melhor seu negócio. E a Coplana foca muito na segurança, assim ocorre quando o produtor opera aplicativos bancários, que hoje já têm seu uso consolidado. Queremos, portanto, garantir uma ótima experiência ao cooperado e agilidade em suas informações.”

A Coplana e, em especial, toda a equipe de TI, não mediram esforços para desenvolver uma ferramenta inovadora e de uso fácil, mais um canal para a evolução do relacionamento com o produtor.

FUNÇÕES 

Apoio ao Cooperado: Armazenamento e secagem de grãos, por safra e data • Entrega de grãos • Informações sobre suas operações financeiras na Cooperativa • Emissão de boletos e relatórios • Financiamentos e seus relatórios • Informe do IRRF.

Serviços Técnicos: Solicitação de serviços de tecnologia e inovação, boletins técnicos, resultados dos experimentos.

Programa Compre & Ganhe: Informações sobre o programa de fidelidade das Lojas.

Soja: Comercialização.

Dados Cooperado: Informações cadastrais.

Contatos: Contatos dos vários setores e serviços, além das redes sociais da Cooperativa.

O cooperado terá suporte completo, tanto para acionar como para utilizar o APP, através da equipe de TI, pelo número (16) 3251-9212. Funcionamento a partir do dia 19 de julho.