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Educação Cooperativa 2018

Está aberta mais uma temporada de cursos para seu desenvolvimento profissional e pessoal!

Turmas 2018
Você já pode fazer sua inscrição para o Programa Educação Cooperativa, uma parceria entre Coplana e Sescoop/SP.
Leve conhecimentos de impacto para seus negócios, seu trabalho e sua vida!

• Aulas no Auditório da Socicana
Rua José Mazzi, 1450
Vila Garavello, Guariba/SP
Sempre das 8h às 17h

Inscrições gratuitas
• Pelo site - www.coplana.com - Educação Cooperativa.
• Podem se inscrever cooperados, jovens cooperados, esposas de cooperados, filhos, funcionários da administração da fazenda.
• As inscrições se encerram sempre 10 dias antes da realização de cada curso.
• As vagas são limitadas e podem se esgotar com antecedência.

Termo de compromisso
• No ato da inscrição, pelo site da Cooperativa, é necessário concordar com o Termo de Compromisso referente ao comparecimento às aulas.
• Em caso do não comparecimento, a Cooperativa reserva-se o direito de cobrar multa do inscrito. Ressalta-se que
a inscrição somente será válida se o interessado clicar em "Aceitar Termo de Compromisso".

Contatos para esclarecimentos
(16) 3251-9233 - Tamiris
(16) 3251-9285 – Pedro

JORNADA EMOCIONAL
Agregando valor com as cinco competências emocionais
26 e 27 de abril
16 horas de duração
• Autoconhecimento - necessidades e valores, objetivo e foco, canais sensoriais
• Autocontrole - tempo racional e emocional - porque as pessoas reagem de formas diferentes a mensagens idênticas?
• Empatia - resiliência, comunicação empática e assertiva, escuta empática
• Flexibilidade - feedback, administração de conflitos e alinhamento de valores
• Habilidade social - ética e valores, política e sustentabilidade, rapport.

 

GESTÃO DO TEMPO
24 de maio
8 horas de duração
• Por que administrar o tempo?
• A gestão do tempo aumentando a produtividade no trabalho
• Controlando seu tempo
• Administração por objetivos
• Gestão do tempo e redução do estresse
• Alguns passos para gerenciar seu tempo com maior eficácia
• Ferramentas de gestão do tempo
• Erros e falhas na gestão do tempo.

 

TRABALHO SOB PRESSÃO
25 de maio
8 horas de duração
• Como manter a calma
• Solução de problemas - alternativa mais comum
• Desafios - como enfrentá-los com sucesso
• Utilização do tempo - foco no alcance de objetivos
• Controle do estresse
• Exercício da reflexão - pensar antes de fazer
• Qualidade de vida - mantendo as condições pessoais e profissionais.

 

PLANEJAMENTO FINANCEIRO
28 e 29 de junho
16 horas de duração
• Administração financeira
• Análise de demonstrações financeiras
• Indicadores econômico-financeiros
• Fatores que influenciam o planejamento
• Aplicação de recursos
• Controles financeiros
• Projeção de fluxo de caixa
• Definição de metas com base nos resultados gerenciais.

 

PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA
26 e 27 de julho
16 horas de duração
• Formação de uma imagem positiva perante o público de interesse
• Construção de relacionamentos satisfatórios
• Identificação de necessidades para a geração de oportunidades
• Trabalho com a adversidade - solução de problemas que emergem
• Teoria da adversidade - trabalhando os problemas como desafios
• Superação de barreiras com o potencial existente em cada um.

 

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA
30 de Agosto
8 horas de duração
• Vícios de linguagem
• Atitudes adequadas e inadequadas
• O processo de comunicação
• Canais de comunicação
• Distorções e barreiras no processo de comunicação
• Percepção e modelos mentais
• Estilos de comunicação e seus impactos
• Comunicação escrita
• Comunicação telefônica
• Comunicação assertiva
• Componentes do discurso - gestos, tom, volume, etc.
• Como lidar com posturas agressivas, passivas e assertivas
• Como dar feedback
• Como ter foco em reuniões.

 

TOMADA DE DECISÃO
31 de Agosto
8 horas de duração
• Entendendo o conceito de decisão
• Decisões estruturadas e não estruturadas
• Análise de cenários
• Avaliação das opções e escolhas
• Decisões individuais e coletivas
• Aspectos comportamentais da tomada de decisão
• Metodologia para a eficácia na tomada de decisão.

 

COACHING E FEEDBACK
27 e 28 de Setembro
16 horas de duração
• O líder coach
• Os contextos de coaching
• O relacionamento de coaching na prática
• Princípios e práticas de coaching
• O processo de comunicação
• Autoconhecimento e feedback
• Exposição e feedback
• Finalidade do feedback
• Tipos de feedback.

 

CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO
25 e 26 de Outubro
16 horas de duração
• O pensamento criativo
• Criatividade X Inovação
• Os lados do cérebro
• Bloqueios e resistências
• Ferramentas da criatividade
• Chuva de ideias.

Aproveite a oportunidade!
Coloque novos aprendizados em sua agenda e colha resultados nos negócios e no trabalho.
clique aqui para fazer sua inscrição.

 

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Coplana participa do AgroEncontro 2018

A Coplana participou de mais uma edição do AgroEncontro promovido pela Ourofino, com presença marcante no segundo dia do evento, dedicado especificamente à Cooperativa e que contou com técnicos, cooperados, superintendência e membros da diretoria.

Com o tema O futuro do produtor de cana-de-açúcar, a quinta edição do AgroEncontro, aconteceu entre 10 e 13 de abril, na Fazenda Experimental da Ourofino, em Guatapará (SP). Nos dias de realização, as empresas difundiram novidades em máquinas, defensivos agrícolas e variedades de cana.

A Coplana esteve com sua equipe em uma estação técnica na qual foi tratado o tema “Meiosi”, com o objetivo de promover a rotação de culturas. O vice-presidente da Cooperativa, Bruno Rangel Geraldo Martins, fez parte da mesa de abertura do evento. Bruno se manifestou também ao final do painel apresentado por Celso Albano, Executivo da Orplana (Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil), que discutiu maneiras de garantir um futuro seguro e rentável para o setor sucroenergético. “A interação entre empresas, cooperativas e produtores se mostra importante para que os anseios dos produtores possam ser ouvidos pelas empresas e para que elas possam desenvolver produtos voltados à melhoria do processo produtivo. O evento foi excelente neste sentido”, completou Bruno Rangel.

Mais detalhes do evento, na próxima edição do Informativo Produtor.

 

Fotos: Ewerton Alves/ Produção de texto: Renata Massafera – Neomarc

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Mercado de soja: perspectivas e indicativos

As perspectivas são positivas, embora o cenário de recuperação econômica seja bem mais tímido do que produtores e demais agentes de mercado desejem. As palavras “retomada” e “recuperação”, no entanto, soaram como certo alívio aos participantes da palestra “Mercado de Soja – Perspectivas do mercado futuro, precificação e indicativos da soja”, que foi ministrada pelo economista Robson Rodrigues Pereira, do departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, no dia 13 de março, no CAC da Coplana, em Jaboticabal.

Promovida pelo Núcleo de Negócios da Coplana, a palestra teve o objetivo de mostrar aos produtores de soja as perspectivas para o setor em 2018. Pereira mostrou gráficos que apontam para a retomada de crescimento da economia brasileira, após um longo período de queda e jejum. “O cenário global está mais favorável ao Brasil. Está havendo uma retomada gradual da atividade econômica e há baixo risco de pressões inflacionárias, além da discussão sobre redução adicional de juros e do cenário político, já que é ano de eleição”, explicou o economista.

Ele lembrou que o setor agropecuário foi o responsável pelo aumento do Produto Interno Bruto (PIB) e revelou que existe uma tendência de alta no preço de alguns grãos, como, por exemplo, o milho. A soja pode ter uma melhora pouco significativa, uma vez que os estoques ainda estão altos. “Apesar da expectativa de queda na área plantada, em função da seca que afetou a safra e encurtou a safrinha, temos um quadro razoável. O câmbio tem se mantido relativamente estável com algumas oscilações face ao panorama político e também à volatilidade do mercado”, explicou Pereira, completando que a expectativa é de que o câmbio encerre o ano a R$ 3,20. “Se a conjuntura for boa, podemos arriscar R$ 3,00”, disse ele.

O economista informou que pela projeção do Bradesco, a Selic deverá ficar em torno de 6,5. “A retomada da economia é gradual, lenta, mas pelo menos é uma retomada. E a super safra que ajudou o PIB a subir também ajudou a deflacionar o mercado. Agora, vamos torcer para a conjuntura política ajudar. Se for eleito um presidente de credibilidade, o mercado interno ficará mais calmo e o externo, mais atraído pelo Brasil”, pontuou Pereira.

O produtor Azael Pizzolato Junior, do Núcleo de Negócios da Coplana, avaliou a palestra como positiva e disse que foi muito esclarecedora, no sentido de mostrar que os preços da soja apresentam apenas uma pequena alta e que, portanto, o produtor não deve segurar seu estoque à espera de uma melhora de preço. “O momento, conforme o economista Robson atestou, está favorável para vender”, contou Azael, dizendo que de todo conteúdo apresentado a relação de estoque e consumo (apesar da queda de produção mundial os estoques no Brasil ainda estão altos) foi a parte que mais lhe chamou a atenção.

Fotos / Produção de texto: Renata Massafera – Neomarc

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Palestra em comemoração ao Dia Internacional da Mulher emociona participantes do encontro

O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, serviu de inspiração para a palestra: “A Experiência Feminina no Agronegócio: um Caso de Sucesso”, realizada no dia 12, no auditório da Socicana. No evento, cooperadas, esposas, filhas e netas de cooperados e colaboradoras da Coplana tiveram a oportunidade de conhecer uma história exemplar, narrada por Cecília Falavigna, a “rainha da soja”.

A agricultora de 73 anos, que mora em Floraí, no Paraná, foi convidada pelo Núcleo da Mulher para contar sua experiência, desde a vida de estudante que trabalhou na própria escola para pagar os estudos e caminhava quilômetros para assistir às aulas, até a trajetória de professora, que casou com João Antônio Falavigna, um profissional da área agrícola que acabou conquistando suas próprias terras.

A morte do marido, depois de algum tempo lutando contra o câncer, a pegou de surpresa. “Eu tinha três filhos, dos quais uma é portadora de Síndrome de Down, e eram duas propriedades, uma no Brasil e outra na Bolívia.   O que mais me assustou foi que além de não conhecer absolutamente nada do mundo agro, eu sentia que nada que pertencia ao meu marido era meu também. Sugeriram arrendar as terras, mas eu não aceitei. Fui na Cocamar, a nossa cooperativa, e disse que precisava plantar. A cooperativa me recebeu de braços abertos, e eu fui em busca de tudo o que precisava: cursos, palestras, simpósios, congressos. Não perdia um dia de campo. Valeu a pena! Hoje, comemoro o título de ‘rainha da soja’, que a mídia resolveu me dar”, resumiu Cecília.

Ela contou que, embora tivesse se deparado com preconceito e falta de crença das outras pessoas no seu potencial, teve apoios importantes, como da Cocamar, dos empregados e dos parceiros.  E deu uma dica: “Participem! A cooperativa é de vocês! É fundamental entrar de cabeça e participar de tudo o que ela oferece. Não espere acontecer uma adversidade, como aconteceu comigo, para integrar-se no seu próprio negócio”, aconselhou.

 

Palestra foi elogiada por valorizar a mulher e também o cooperativismo

A coordenadora do Núcleo da Mulher, Priscila Fumes Bellodi, completou a fala da palestrante, seguindo o mesmo conceito: “Não vale a pena esperar algo ruim acontecer com o pai ou o marido. Temos que estar preparadas, acompanhar os negócios, e a Coplana dá subsídios para isto. Tanto o Lideragro, que é o Núcleo Jovem, quanto o Núcleo da Mulher, tem uma agenda bem interessante para capacitar-nos. E lembrem-se: capacidade não tem gênero – nem feminino, nem masculino”, disse.

A superintendente da Coplana, Mirela Gradim, enfatizou que muitos ainda não têm a percepção correta do valor da agricultura. “O agro hoje é para homem e para mulher. Não há diferença. Por isso, investimos em programas de sucessão para jovens, independente do sexo”, destacou. Mirela também mostrou, com sua própria trajetória, que com estudo, foco e dedicação, todos podem alcançar seu objetivo.

Mônika Bergamaschi, presidente do Instituto Brasileiro para Inovação e Sustentabilidade no Agronegócio (Ibisa) e ex-secretária estadual de Agricultura, lembrou que a palavra participação significa “ação das partes” e que, neste sentido, é fundamental que homens e mulheres participem da cooperativa, que é uma extensão das propriedades. “A natureza não aceita vácuo, portanto, ocupe seu espaço”, convocou Mônika.

A colaboradora Léa Maduro elogiou a palestra e a iniciativa da Coplana de promover ações que incentivam a mulher a conhecer mais sobre um negócio do qual faz parte. “É muito importante ter mais conhecimento sobre os negócios da família para poder agregar, para dar continuidade ao que o marido ou os pais começaram. A Coplana está dedicada a trazer a mulher para dentro da Cooperativa”, disse Léa.

A produtora Carmen Izildinha Penariol lembrou que ela própria passou pela perda do marido, embora já estivesse por dentro dos negócios da família. “Que todas as cooperadas e familiares de cooperados aproveitem estas oportunidades para estarem preparadas para enfrentar adversidades. A Cooperativa dá subsídios para isto”, concluiu Izildinha.

Único homem na plateia, o presidente da Coplana, José Antonio de Souza Rossato Junior, ressaltou o importante papel da mulher em áreas estratégicas. “Parabenizo as organizadoras do evento e a palestrante e lembro que as mulheres são muito bem-vindas na Coplana. Nossas portas estão escancaradas e, inclusive, queremos a presença feminina nos conselhos da Cooperativa, a fim de que também participem das questões estratégicas”, encerrou Rossato.

Fotos: Ewerton Alves/ Produção de texto: Renata Massafera – Neomarc

 

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Solidariedade salvando vidas

Alissa ainda nem completou dois aninhos e já tem uma grande luta pela frente: combater a atrofia muscular espinhal (AME), que foi diagnosticada há pouco tempo. O tratamento da doença custa caro, em torno de R$ 3 milhões, e no sentido de ajudar a família a vencer esta luta, a Coplana, a Socicana e o Sicoob Coopecredi se uniram e lançaram a campanha “VOCÊ PODE ME AJUDAR A CRESCER”.

A pequena Alissa é neta de um colaborador do Sicoob Coopecredi, que sensibilizou a todos com o momento difícil que está enfrentando. As entidades deram as mãos para ajudar, e todos nós podemos estar juntos nesta mobilização.
Basta depositar a quantia que quiser na conta 62.588.128-1, em benefício de ALISSA FURLANETTO AUGUSTO, no Sicoob Coopecredi, e você já fará parte deste time que irá ajudar Alissa a escrever um futuro diferente.

O que é a AME ?
A atrofia muscular espinhal (AME) é uma doença degenerativa de origem genética. Caracteriza-se pela atrofia muscular secundária, a degeneração de neurônios responsáveis pelos movimentos localizados na medula espinhal. A AME, segunda maior desordem autossômica recessiva fatal, afeta aproximadamente 1 em 10.000 nascimentos, com uma frequência de doentes de 1 em 50 portadores.

Em agosto do ano passado, a Anvisa registrou um medicamento novo, com uma possibilidade de melhora significativa na qualidade de vida dos doentes. O medicamento, no entanto, é de alto custo, e a espera por decisões judiciais para que o governo assuma esta despesa, muitas vezes, custa a vida do paciente. Por isso, as doações são fundamentais.

 

Conta para depósito
Banco: 756
Agência: 0001
Conta Poupança: 62.588.128-1
Titular: ALISSA FURLANETTO AUGUSTO
CPF: 511.960.728-41

 

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Lideragro promove treinamento sobre aplicação de defensivos

Participantes conhecem novas tecnologias

No dia 2 de fevereiro, o Núcleo Lideragro, da Coplana, promoveu o “Treinamento sobre Aplicação de Defensivos”, com o objetivo de otimizar o uso de produtos e reduzir os custos das pulverização.
Para o treinamento, foi convidada a Equipe Técnica da Socicana, que apresentou detalhes do “Aplique Certo”, serviço prestado pela Associação, em parceria com a Coplana e Arysta LifeScience. Após a apresentação teórica, o agrônomo Ronaldo Caporusso e o técnico Valdeir dos Santos Gonçalves mostraram, na prática, como devem ser feitas as aplicações de defensivos.
“Explicamos que é imprescindível evitar o produto inadequado. Além disso, é fundamental manter o equipamento regulado, usar as doses corretas e no momento ideal de aplicação, usar água de boa qualidade e aplicar com condições climáticas adequadas”, elencou Ronaldo.
Os técnicos usaram um equipamento cedido pelo produtor Carlos Bellodi, que é o coordenador do Lideragro, para fazer as demonstrações. Os participantes do treinamento subiram, um a um, no trator com o pulverizador acoplado, para receber instruções individualizadas.
“Foi uma oportunidade excelente para aprendermos mais e prestarmos atenção em detalhes que nos escapam no dia a dia”, disse Venâncio Betiol, filho de produtor. Ele acrescentou que gostou muito do treinamento e que não estava a par dos avanços da tecnologia que permitem evitar desperdícios na pulverização.

Fotos: Ewerton Alves/ Produção de texto: Renata Massafera – Neomarc

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Jaboticabal é consagrada Capital do Amendoim do estado de São Paulo

O dia 12 de janeiro ficará marcado para todos os produtores de amendoim da região de Jaboticabal. Nesta data, o governador Geraldo Alckmin sancionou o Projeto de Lei 703, de 2017, de autoria do deputado estadual Marcos Vinholi, que havia sido aprovado em dezembro de 2017 na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O projeto, que consagra Jaboticabal como Capital do Amendoim do Estado de São Paulo, consolida o potencial produtivo do município e reconhece o trabalho árduo dos produtores locais, que têm uma expressão inegável em todo o Brasil, conforme salientou o secretário estadual de Agricultura Arnaldo Jardim, presente à cerimônia de assinatura do projeto.

A notícia de que Jaboticabal se tornaria capital do amendoim já havia sido divulgada no 7o Encontro dos Produtores do Amendoim, promovido pela Coplana, em setembro de 2017. O título foi anunciado pelo presidente da Cooperativa, José Antonio de Souza Rossato Junior, que esteve na última sexta no Palácio dos Bandeirantes, acompanhado da superintendente da Coplana, Mirela Gradim.

“A Coplana capitaneou a solicitação junto ao prefeito de Jaboticabal, dada a importância do produtor rural e de toda agroindústria do amendoim em nosso município. O Brasil produziu 466 mil toneladas de amendoim em 2017, segundo a Conab, sendo que Jaboticabal processou mais de 120 mil toneladas. O significado deste projeto para a cooperativa é singular: reconhecer e valorizar o trabalho perseverante do nosso produtor rural, equipe, fornecedores e parceiros, e, acima de tudo, ter o reconhecimento da sociedade de Jaboticabal acerca do negócio amendoim”, ressaltou Rossato.

Mirela Gradim avalia a conquista. “Jaboticabal já merecia este título há muito tempo por ser um polo de amendoim importante para o Estado! E mais ainda, quem merece o reconhecimento é o produtor. Ele que assume todos os anos os riscos da cultura como clima, preço, etc. Nós podemos acompanhar a felicidade deles quando a lavoura está bonita, produtiva, quando compartilham várias fotos nas redes sociais! E é uma grande satisfação saber que a Coplana faz parte deste processo, assessorando seu cooperado na recomendação de produtos, sementes e serviços e sendo responsável pelo beneficiamento da produção, assim como a comercialização, atendendo clientes como Nestlé, Mondelez e a Comunidade Europeia, o mercado mais exigente do mundo. Esta conquista é um orgulho para todos!”, encerra a superintendente da Cooperativa.

 

Fotos: Governo do Estado/ Produção: Neomarc, texto – Renata Massafera.

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Coplana inaugura nova loja em Batatais

Mais facilidade para o produtor da região de Batatais, geração de emprego e segurança para os cooperados. Este é o resultado de um projeto que foi feito com cautela, sob muito estudo e que foi concluído com a construção da nova loja da Coplana, em Batatais. A inauguração, que aconteceu na manhã de 15 de dezembro, contou a presença de cooperados, parceiros, membros da comunidade, autoridades políticas, colaboradores e membros da Diretoria e do Conselho da Coplana.

Segundo o gerente de Marketing e Varejo, Cezar Antônio Cimatti, a nova loja oferece milhares de itens e tem 500 m2 de área, em uma das principais entradas de Batatais, na avenida Washington Luís, 343, em local de fáceis acesso e estacionamento. A Loja oferece produtos para a produção agrícola como máquinas, tratores, implementos e peças que atendem às culturas da região. Para o público em geral, também há produtos variados, como ferramentas, artigos para pets e de uso veterinário, itens para pesca, camping, lazer em casa, jardinagem e setor automotivo. Destacam-se ainda rações, botinas, coturnos, chapéus, entre outros, com a marca Coplana.

Na inauguração, o vice-prefeito Sebastião Mazaron Filho falou da alegria de Batatais receber este empreendimento da Coplana e adiantou que a avenida na qual a nova loja se instalou será revitalizada.  “Vocês têm todo o apoio da Prefeitura de Batatais, que está muito honrada pela cidade ter sido escolhida para esta nova loja de uma Cooperativa que se destaca na exportação de amendoim”, completou Mazaron.

O presidente da Coplana, José Antonio de Souza Rossato Júnior, discursou em seguida, lembrando do que chamou de “namoro” entre a Coplana e Batatais. “Há cinco anos pensamos em montar a loja aqui e há três, de uma maneira muito tímida, com a austeridade que nos é peculiar, começamos com um ponto de vendas. Este ‘namoro’ foi o tempo certo para verificar que o ‘casamento’ daria certo e hoje concretizamos um sonho de trazer para Batatais uma parte da nossa Cooperativa, que tem 54 anos, um lastro de valores, governança com transparência e participação ativa dos nossos cooperados”, disse Rossato.

O presidente da Coplana apresentou membros de seu Conselho e da Diretoria e também a nova equipe que passa a integrar a família Coplana, na filial de Batatais. A cerimônia de inauguração foi complementada com a bênção do padre Nelci Amandio de Souza sobre o crucifixo que foi colocado na loja e, após o corte da fita de inauguração, foi aspergida água benta em todas as instalações da nova filial. “Quem faz o bem, faz história”, declarou o padre Nelci, parabenizando a iniciativa da Cooperativa.

A superintendente da Coplana, Mirela Gradim, contou que o projeto surgiu como o nascimento de uma criança: foi planejado, pensado, estudado. “Fiquei muito feliz quando vi a estrutura pronta e quando percebi o acolhimento de Batatais, tanto das pessoas em geral, dos produtores quanto do poder público. Para nós é mais uma experiência e estamos percebendo que se depender do entusiasmo dos gestores, da nova equipe e da cidade, nossas expectativas serão superadas”, concluiu Mirela.

 

 

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Coplana promove a 5ª Entrega da Carta de Solos Ambicana

Os produtores que utilizaram o serviço de Carta de Solos receberam no dia 12 de dezembro, no auditório da Socicana, em Guariba, os relatórios com os mapas de suas propriedades. Foram 11 produtores que a partir de agora tem um conhecimento ainda maior sobre seu ambiente de produção e que podem, portanto, fazer um manejo varietal mais detalhado.

De acordo com o gerente do Departamento de Tecnologia Agrícola e Inovação, Pablo Humberto Silva, explicou que a Carta de Solos, que é feita com o suporte do Ambicana, um projeto do Instituto Agronômico (IAC), possibilitou este mapeamento preciso dos solos das propriedades de 11 produtores, perfazendo uma área total de 3.200 hectares.

O pesquisador do IAC Hélio do Prado, o pedólogo (especialista em estudo de solo) mais antigo em atividade no Brasil, fez a apresentação após a entrega de cada relatório, explicando cada tipo de solo. Ele explicou que o Ambicana (qualificação dos ambientes de produção de cana-de-açúcar) visa treinar os técnicos das usinas em classificação de solos numa área piloto escolhida. Nessa área, consideram-se as variações da produtividade de cana-de-açúcar, da coloração e do teor de argila dos solos. Uma vez treinados esses técnicos continuam esse trabalho na área complementar aumentado densidade de observações/área conforme a necessidade.

O projeto Ambicana estimula que os técnicos treinem intensamente a estimativa do teor de argila baseado na pegajosidade do solo molhado. Esse procedimento tem duas importantes consequências práticas: fornece o teor de argila, que é indispensável para classificar o solo e parte das amostras são analisadas por classe de solo para constar no relatório.

O outro pesquisador do IAC, André César Vitti, falou sobre o manejo de solo e a importância do preparo e plantios adequados à cada ambiente de produção. “O que precisamos saber para um bom preparo, além do tipo de solo, é a época e os tipos de preparo, que devem, é claro, estar de acordo com o tipo de solo. Incorporar corretivos e resíduos, eliminar camadas compactadas, aeração, trocas gasosas, expor pragas de solo e adequar o terreno são ações fundamentais”, destacou Vitti.

Pablo lembrou que “esta ferramenta é primordial para a escolha de qual variedade se plantar no momento da reforma do canavial, manejo dos diferentes tipos de solo e escalonamento da colheita partindo-se dos solos mais restritivos”. Além disso, o serviço está disponível para todos os cooperados e que a realização do trabalho, até a entrega do relatório, duram em média seis meses.

 

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Investimento em conhecimento e tecnologia é chave para evolução

A melhor maneira de evoluir no agronegócio é investir em conhecimento e tecnologia. Esta é a opinião do economista Luiz Fernando Abussamra, que ministrou a palestra “Governança, gestão de riscos e sustentabilidade no agronegócio”, no CAC, dia 23 de novembro.

O evento, uma promoção dos Núcleos, abordou não só o panorama nacional e mundial do agronegócio, mas as maneiras corretas de gerir riscos e administrar o negócio de com sustentabilidade e bons resultados.

O consultor lembrou que o agronegócio possui um ambiente hostil, em que o produtor lida com a imprevisibilidade do clima, variação dos preços das commodities e dos preços em geral, câmbio, problemas fundiários, ambientais, entre outros. “Num ambiente totalmente adverso, ainda temos bons resultados. Imagine se investirmos em conhecimento, em tecnologia e buscarmos uma constante evolução? Seremos ainda melhores”, resumiu Luiz Fernando.

Ele ressalva que não dá para ficar apenas no “bom”; pode-se buscar o excepcional e, para tanto, é necessário utilizar conceitos de governança, gestão de riscos e sustentabilidade aplicados ao agronegócio, por meio da análise de resultados.

“O agronegócio ainda é nosso melhor ativo e não foi vendido, sendo motivo de cobiça do mercado internacional. Qualquer investidor do mundo gostaria de colocar dinheiro aqui. Representamos 40% do PIB brasileiro”, afirmou. O economista lembrou que, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil tem um grande desafio: produzir alimentos para nove bilhões de pessoas ao redor do mundo até 2050. “E o que é necessário para fazer esta travessia? Investir em conhecimento e tecnologia”, insistiu.

Com a palavra, o produtor

Daniele Bellodi Baratela, filha de cooperado e integrante do Núcleo da Mulher, aprovou a iniciativa e gostou da abordagem da palestra. “Na verdade, eu até queria mais! Gostaria de uma explanação mais longa e que o assunto fosse abordado mais vezes, porque o tema é muito importante. Como a Mirela [superintendente da Coplana] falou, uma exigência do mercado vai ser nosso constante crescimento, e este tipo de palestra é um incentivo e nos dá diretrizes. Achei sensacional”, disse Daniele.

Ciro Mendes Sitta, do Núcleo Lideragro, compartilha esta opinião. Segundo ele, é relevante a iniciativa da Coplana de investir em conhecimento, trazendo palestras interessantes, com profissionais que têm um vasto conhecimento do mercado e trazem informações detalhadas aos produtores. “Foi muito boa a palestra. Gostei demais”, resumiu.

Produção Neomarc / Fotos: Renata Massafera