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Abertura Oficial da Colheita do Amendoim

Evento reúne técnicos e representantes políticos no principal momento da safra

A Abertura Oficial da Colheita do Amendoim foi uma iniciativa do Sindicato Rural de Jaboticabal e Coplana – Cooperativa Agroindustrial. O evento foi transmitido on-line, direto de Jaboticabal, a Capital do Amendoim, e teve como convidados o deputado federal Arnaldo Jardim, o deputado estadual Ricardo Mellão, o prefeito de Jaboticabal, Emerson Camargo, e o presidente da Câmara Setorial do Amendoim, Luiz Antonio Vizeu.

Na abertura, o presidente do Sindicato Rural, Sérgio de Souza Nakagi, cumprimentou os produtores em clima de comemoração. “Que os produtores tenham uma excelente colheita. Apesar das dificuldades, como sempre, o produtor nunca perde a esperança. Que os senhores tenham a umidade no momento da inversão deste amendoim, tenham sol que seque de acordo e que as máquinas trabalhem com bom desempenho, sem quebras”, destacou Nakagi.

Bruno Rangel Geraldo Martins, presidente da Coplana, lembrou que o amendoim contribuiu para o desenvolvimento das cidades da região. “Enxergamos como uma cultura rentável, com um futuro muito promissor.” Ele também falou da necessidade de mais pesquisas. “Precisamos de mais estudos em relação a variedades resistentes ao estresse hídrico. É hora da cadeia de produção do amendoim começar a contribuir com este desenvolvimento”, afirmou. Ele destacou ainda o trabalho da Cooperativa na cidade. “Jaboticabal é onde temos nossos maiores investimentos e onde projetamos os maiores investimentos. Temos certeza [referindo-se ao Governo Municipal], de que nossa parceria será muito saudável e duradoura” afirmou Bruno Rangel.

Em sua fala, o prefeito Emerson Camargo confirmou apoio ao setor. “Estamos inclinados mil por cento para que a produtividade do agronegócio, em Jaboticabal, cresça cada vez mais. Quero parabenizar todos os produtores de amendoim da nossa cidade. Nosso governo é totalmente inclinado ao crescimento do agronegócio e do setor do amendoim. Jaboticabal é a Capital do Amendoim justamente pelo trabalho árduo que os nossos agricultores realizam”, afirmou o prefeito.

O deputado estadual Ricardo Mellão destacou a importância do amendoim em todo o Estado de São Paulo e falou do papel do evento. “São eventos como este, da Abertura Oficial da Colheita do Amendoim, em que os produtores podem encontrar informações importantíssimas para que continuem sendo cada vez mais produtivos, para gerar renda, emprego e desenvolvimento no Estado. Quanto mais informações tivermos, mais competitivos. É assim que fazemos do nosso setor rural um setor de primeiro mundo”, afirmou Mellão.

O deputado federal Arnaldo Jardim lembrou que, recentemente, com o apoio dos deputados do Estado de São Paulo, conseguiu verbas para o setor. “Precisamos revitalizar nossos institutos de pesquisa, como você [Bruno Rangel] disse. Repassamos R$ 21 milhões a unidades da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) para fortalecer a pesquisa. Precisamos de parcerias com o setor produtivo. Portanto, Bruno, parabéns por este compromisso”, afirmou Jardim. Ele também referiu-se à discussão sobre o uso de novos defensivos. “Quando falamos em atualizar o marco dos defensivos é no sentido de ter moléculas com maior aplicabilidade, mais modernas, eficazes e menos impactantes para o meio ambiente. Nunca pedimos que relaxassem os cuidados”, comentou o deputado federal.

Luiz Antonio Vizeu, presidente da Câmara Setorial do Amendoim, falou das exportações. Passou dados ainda não divulgados, apurados pela Câmara. “As exportações de amendoim em grãos (casca, descascado e preparado/torrado) no ano passado alcançaram 264 mil toneladas. Há, desde 2013, um crescimento bastante significativo, resultado de muito investimento do setor privado, trabalho do setor público com as pesquisas, principalmente do IAC (Instituto Agronômico), e também da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e da Embrapa.  Reflete, claro, muito trabalho, suor e responsabilidade do produtor de amendoim. Traduzindo em dólares, também houve recorde de US$ 328,8 milhões.

Debate Técnico

O vice-presidente da Coplana, José Antonio de Souza Rossato Junior, foi o mediador do debate técnico. Ele destacou os objetivos da iniciativa. “Este evento celebra uma etapa importante que é a colheita: momento de colher os frutos da dedicação do produtor e de toda equipe da Cooperativa. Reunimos autoridades e técnicos para a valorização da cadeia produtiva do amendoim, bem como a difusão do conhecimento na operação de colheita e perspectivas de mercado”, afirmou. Rossato também agradeceu os convidados, produtores,  parceiros e colaboradores. Participaram da mesa redonda:  Valdeci Malta, gerente de Originação da Unidade de Grãos da Coplana; Eduardo Pacífico, gerente da Regional de Jaboticabal; Guilherme Uitdewilligen, gerente de Projetos Sementes; e Robson Fonseca, gerente de Comércio Exterior.

Valdeci Malta: situação das lavouras

“Tivemos uma janela de plantio tardia, pois as chuvas vieram um pouco depois para a semeadura. Também tivemos má distribuição das chuvas nos últimos dias. Com certeza, é um ponto de alerta de uma possível diminuição da produtividade. O que pode fazer maior ou menor diferença é a distribuição das chuvas de agora em diante, nos próximos três meses, até o final da safra. Cerca de 60% das lavouras estão entre ótimas e boas condições; 30% em condições regulares e 10% em condições mais críticas.”

Eduardo Pacífico: tratos culturais

“A gente tem um plantio mais tardio e, com isso, as lavouras estão em uma fase crucial de enchimento de grãos, formação de vagens. Mas, há células de produção com um regime de chuva adequado. Isso dá uma certa tranquilidade até agora em relação à produção. Para manter a lavoura sadia até o final, são necessários os tratos culturais, principalmente em relação a fungicidas. Com boa massa foliar, não se corre o risco de perder vagem no arranquio.”

Guilherme Uitdewilligen: qualidade da Semente

“Comprar uma semente de boa qualidade é extremamente importante para o sucesso da lavoura. Para diluir o risco, a Coplana planta em diversos núcleos de produção. Fazemos testes de qualidade em todo o processo produtivo, e algumas lavouras são descartadas. Há um acompanhamento também por caminhão que chega à Unidade, quando são feitos testes que mostram a viabilidade da semente. A semente tem que ter boa classificação, pureza genética, qualidade fisiológica, germinação e vigor. A lavoura bem estabelecida, com uma população adequada aumenta a probabilidade de uma boa produtividade.”

Robson Fonseca: cenário na Argentina

“Na Argentina, o plantio também atrasou. As chuvas chegaram somente no final de outubro e começo de novembro. Porém, lá, eles têm bastante máquinas. As áreas são bastante grandes. O desenvolvimento do plantio é bem rápido, assim como a inversão do amendoim. Á área está quase 10% maior. Ano passado, plantaram em torno de 350 mil hectares e, nesta safra, 385 mil hectares. O desenvolvimento tem sido razoável ou bom. Chuvas abaixo da média e sem uma distribuição geral. Cerca de 70% das lavouras estão em boas condições.  O ciclo é mais lento, devido ao clima temperado.”

 

Acesse o link e assista ao vídeo:
http://bit.ly/colheitaamendoim

Tratoraço contra aumento do ICMS marca a história do agronegócio paulista

Uma iniciativa histórica! Assim pode ser descrito o “tratoraço” contra a decisão do governo estadual de aumentar a carga tributária sobre produtos essenciais, como alimentos, medicamentos, combustíveis, insumos agrícolas e energia elétrica no campo. Produtores rurais de cerca de 200 cidades do Estado manifestaram-se, no dia 7 de janeiro, contra a medida. O movimento surpreendeu a sociedade em geral, o Governo e o próprio setor, pela força, agilidade de organização e maneira pacífica e ordeira com que a ação foi conduzida. 

Em outubro de 2020, o Governo de São Paulo sancionou a Lei 17.293 e editou quatro Decretos (do 65.252 ao 65.255) que alteraram o Regulamento de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do Estado. Na prática, a partir deste mês de janeiro, produtos essenciais ficariam mais caros. Por exemplo: 4,14% a mais de ICMS em insumos agropecuários; 4,14% em hortifrutigranjeiros; média de 4% em medicamentos genéricos; 1,3% no etanol e no diesel; até 8,9% nas carnes; até 8,4% no leite; e mais 12% na energia elétrica do campo. Para o setor, pesava ainda o fato de que os insumos já adquiridos nas cooperativas teriam um custo adicional na retirada.

Prejuízos à produção rural, pressão sobre os custos da cesta básica e inflação seriam as consequências. Os efeitos de uma nova alíquota no campo chegariam rapidamente às gôndolas dos supermercados, afetando, principalmente, o consumidor de baixa renda.

Com esta situação de caos e sem um aceno do governo estadual, que demonstrasse sensibilidade para o agravamento da crise, os agricultores paulistas uniram forças por meio de suas entidades. No dia 21 de dezembro, houve uma reunião presencial e on-line, transmitida a partir de Guariba/SP. Participaram produtores rurais e lideranças de entidades de diversas regiões do Estado, incluindo a Coplana e a Socicana. Naquele momento, os produtores decidiram que seria necessário ir às ruas. A causa ultrapassava o setor e atingia em cheio a população.

Para Sérgio de Souza Nakagi, presidente do Sindicato Rural de Jaboticabal, entidade que liderou o “tratoraço” em Jaboticabal (a cidade contou com a participação também de Guariba, Dumont, Pradópolis) o momento agora  é de agradecer. “Tivemos um evento de muito sucesso, muito organizado, prezamos por isso. Os produtores se uniram por uma causa que integrou mais o setor produtivo. Vamos criar forças para trabalhar quem serão nossos representantes daqui a dois anos. Já começou a surtir efeito, mas o trabalho continua. Nosso sentimento é de gratidão a todos que nos apoiaram”, afirmou Sérgio.

Em Jaboticabal, a manifestação foi organizada pela Coplana; Socicana; Sicoob Coopecredi; Sindicato Rural de Jaboticabal; Associação Comercial, Industrial e Agronegócios de Jaboticabal; e Câmara de Dirigentes Lojistas. A iniciativa foi tomando uma dimensão maior, chegando a outras cidades e entidades representativas, como sindicatos rurais e cooperativas, estas por meio da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo, Ocesp. A Coplana também esteve entre os realizadores na manifestação de Taquaritinga.

Ao todo, estima-se que 200 cidades participaram, muito além do previsto inicialmente, como afirmou Bruno Rangel Geraldo Martins, presidente da Coplana. “Nossa manifestação ocorreu de forma estruturada, com toda a segurança em relação à prevenção da covid-19, e de forma pacífica. Nosso intuito era mostrar também para a sociedade a forma como trabalhamos, com clareza, organização, tranquilidade. O alcance superou as expectativas, e este movimento não termina aqui. Colhemos alguns frutos: o governador reviu alguns pontos do decreto, o que é importante. Vamos nos dedicar para avançar nas negociações. Queremos continuar produzindo para fornecer alimento de qualidade e a preço acessível para a população em geral” concluiu Bruno. 

Para o vice-presidente da Coplana, José Antonio de Souza Rossato Junior, a manifestação aproximou o campo e a cidade. “O movimento nos surpreendeu pela magnitude atingida. Acabou ultrapassando o campo e sensibilizando a sociedade urbana, alertada de que os consumidores estariam expostos a este aumento de custo ao longo da cadeia de valor. Este movimento trouxe também a oportunidade de nos aproximarmos do consumidor, que tem nos demandado a produção de um alimento seguro e sustentável, numa agenda acelerada pela pandemia. Desta incoerência e insensibilidade do Governo de São Paulo, em aumentar o preço dos alimentos, surge uma agricultura mais próxima da cidade. Momento histórico para os agricultores paulistas”, afirmou Rossato.

O governador de São Paulo, João Doria, manifestou-se já na noite anterior ao “tratoraço” (dia 06/01), falando do cancelamento da alteração na alíquota sobre alimentos, medicamentos e insumos agrícolas. “Após reunião com a equipe econômica do Governo de SP, determinei o cancelamento de qualquer alteração de alíquota de ICMS de alimentos, medicamentos e insumos agrícolas. Na nossa gestão nada será feito em prejuízo da população mais vulnerável”, afirmou Doria, em sua rede social. Entretanto, o setor decidiu por manter-se firme na manifestação e, depois, manter o monitoramento quanto à revogação da medida. Até o fechamento desta edição, o setor permanecia em estado de atenção, quanto às decisões do Governo, avaliando resultados para os produtores e população.

Jaboticabal, Guariba, Dumont, Pradópolis:

205 veículos no total.

Cerca de 250 pessoas.

Taquaritinga

100 veículos no total.

140 pessoas.

 

Projeto Cultural Calendário 2021 foi realizado em versão virtual

A Coplana, a Socicana e o Sicoob Coopecredi realizaram, nos meses de setembro e outubro, a 17ª edição do Projeto Projeto Cultural Calendário. Há dois anos, a iniciativa deixou o conceito da competição existente nos concursos e passou a adotar o conceito da cooperação, em que todos os participantes recebem o prêmio.

Neste ano, os integrantes expressaram sua visão a respeito da pandemia, e devido à necessidade de adaptação, o projeto foi realizado no formato on-line. No dia 25 de setembro, os inscritos foram reunidos em uma sala virtual, com o objetivo de tratar das regras de participação. Foram 46 inscritos, entre 8 e 14 anos, que produziram desenhos e frases com o tema: Como você gostaria que fosse a sua cidade ou o mundo todo depois da pandemia?
Para compor o Calendário 2021, a Comissão Organizadora escolheu 12 desenhos e 12 frases que mais se aproximaram do assunto proposto, e todos ganharam o prêmio: uma Poupança Sicoob.
Apesar da impossibilidade de realizar o evento presencial e dos desafios do formato virtual, as entidades entenderam que não seria adequado adiar ou cancelar o projeto, e a Comissão Organizadora considerou que alcançou o resultado previsto, ou seja, promover a aproximação com as crianças e adolescentes.
As frases e desenhos dos participantes expressaram o desejo da volta à normalidade, principalmente dos encontros com amigos de escola e familiares. Também ficou evidente o desejo de solidariedade e respeito com as pessoas e com o meio ambiente para a construção de um mundo melhor. Por meio destes desenhos e frases, ficou clara a criatividade dos inscritos e o quanto levaram a sério o assunto, dando um exemplo para nossa sociedade adulta.
As diretorias das entidades realizadoras agradecem aos familiares e aos inscritos por contribuírem com o Calendário 2021, em uma prova de solidariedade e compromisso com boas causas, fatores essenciais dentro do cooperativismo e associativismo.

 

 

 

 

Doações de produtores de grãos promovem esperança para quem precisa de atendimento especializado

No mês de dezembro, pela 15ª vez consecutiva, a Coplana realizou sua doação anual ao Hospital de Amor de Barretos. A iniciativa é fruto da solidariedade dos cooperados da área de grãos, que, a cada nova safra, destinam parte de sua produção para cumprir um importante papel de solidariedade. Os cooperados definem, logo no início da colheita, o volume que vão destinar à doação.

Em 2020, devido às restrições impostas pela pandemia de covid-19, a entrega ocorreu à distância, sem a tradicional reunião de representantes da Cooperativa e equipe do Hospital. Para marcar o momento, Danielle Bellodi Baratela e Thais Nucci, respectivamente, coordenadora e 1ª vogal do Núcleo da Mulher da Coplana, representaram os cooperados com uma mensagem durante a transmissão do Leilão de Gado Nacional, promovido pela equipe de Captação de Recursos do Hospital. A doação da Coplana alcançou, em 2020, R$ 101.903,11. E, desde 2006, o montante já chega, sem correções monetárias, a R$ 1,109 milhão.

Para Danielle Baratela e Thais Nucci, a contribuição desde 2006 é uma forma de grande impacto que os produtores encontraram para contribuir com as pessoas que precisam deste tratamento especializado. “É uma satisfação anunciar a doção deste ano. Trata-se de um trabalho da maior relevância, pois o Hospital atende, com excelência, pacientes de todo o Brasil”, afirmaram.

Antonio Zardini, gerente de Captação de Recursos do Hospital, revela que somente 27% dos  custos com cada procedimento são cobertos com os recursos destinados pelo Governo Federal via Sistema Único de Saúde, SUS. Ele agradeceu os produtores, a quem chamou carinhosamente de amigos. “Amigos cooperados da Coplana, o Hospital de Barretos é profundamente agradecido pela doação que há tantos anos vocês fazem em favor da vida. Se não fosse a presença de vocês na nossa caminhada, o Hospital já teria suas portas fechadas há muito tempo”, ressaltou.

 

Saiba mais…

6ª edição da corrida – Coplana Pegada Sustentável foi virtual

Adaptação! Esta foi a palavra de ordem para a Corrida Coplana Pegada Sustentável 2020.  Em sua 6ª edição, a iniciativa aconteceu no formato virtual, devido às restrições impostas pela pandemia de covid-19.

Os inscritos puderam escolher seu local da corrida, registrando o percurso por diversos aplicativos e também por meio de uma selfie. Na lista dos corredores, estavam os colaboradores da Coplana, Socicana e Sicoob Coopecredi, que fizeram o percurso em Guariba, Jaboticabal, Dumont, Taquaritinga, Monte Alto, Ribeirão Preto, Jardinópolis e São José do Rio Preto. Ao todo, foram arrecadados 160 kg de alimentos, que foram doados para a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Guariba

A corrida tem o objetivo de promover o bem-estar, estimulando colaboradores e sociedade para  práticas saudáveis. Muitos acabam se identificando com o esporte,  adotam a corrida como hobby e depois até seguem competindo.  Além disso, o evento tem um importante papel social ao contribuir com entidades assistenciais.

 

Calendário 2021 já está chegando à sua casa

 

Aos nossos Cooperados e Cooperadas, informamos que estamos enviando o seu Calendário de 2021 junto com o Informativo Produtor do mês de dezembro. Somente para relembrar, este ano, a Coplana, a Socicana e o Sicoob Coopecredi realizaram a 17ª edição do Projeto Projeto Cultural Calendário no formato virtual.

O tema foi: “Como você gostaria que fosse a sua cidade ou o mundo todo depois da pandemia?”. Os inscritos expressaram seu desejo da volta à normalidade, principalmente dos encontros com amigos de escola e familiares, além da solidariedade e respeito com as pessoas.

Foram 46 participantes, entre 8 e 14 anos, e para compor o Calendário 2021, a Comissão Organizadora escolheu 12 desenhos e 12 frases que mais se aproximaram do assunto proposto. Todos ganharam o prêmio: uma Poupança Sicoob.

As diretorias das entidades realizadoras agradecem aos familiares e aos inscritos por contribuírem com o Calendário 2021, em uma prova de solidariedade e compromisso com boas causas, fatores essenciais dentro do cooperativismo e associativismo.

AGO Coplana elege nova Diretoria

Período de conquistas reflete união de cooperados, diretores e equipe nos últimos seis anos

No dia 24 de novembro, a Coplana realizou sua Assembleia Geral Ordinária, exercício 2019/2020, em que foi eleita a nova Diretoria para o mandato de três anos. Bruno Rangel Geraldo Martins assumiu como diretor presidente da Cooperativa. Na composição também, José Antonio de Souza Rossato Junior, como vice-presidente, e Sérgio de Souza Nakagi, como secretário.

O desenvolvimento consistente vem sendo a marca da Cooperativa ao longo dos anos, com o enfrentamento dos revezes políticos e econômicos. Ainda assim, o ano de 2020 foi especialmente desafiador, com a necessidade de adaptações em todos os setores, devido à pandemia de covid-19. Para isso, a Coplana implementou um ágil plano de contingências, reforçando os conceitos de preservação da saúde das pessoas, a manutenção das atividades essenciais e o diagnóstico minucioso do fluxo de caixa.

Na lavoura, a assistência técnica foi ainda mais presente, oferecendo todo o suporte ao produtor. Com um rigoroso protocolo de prevenção ao coronavírus, a Coplana não parou um único dia, monitorando todas as áreas, oferecendo apoio às equipes e o atendimento a padrões sanitários no relacionamento com o cooperado e público em geral.

Para o presidente Bruno Rangel, este novo mandato dará continuidade a um planejamento iniciado anos antes. “Teremos a continuação de um trabalho que já vinha sendo desenvolvido há muito tempo e se intensificou nos últimos seis anos, quando tive a oportunidade de integrar a Diretoria. Vamos continuar sempre respeitando e promovendo nossa estrutura de governança que, talvez, seja um dos maiores valores que temos. Vamos continuar contribuindo para que o produtor sempre tenha benefícios e agregue valor à sua produção. Claro que a Cooperativa tem que se manter, mas nosso trabalho é voltado para o produtor; o que faz sentido é o produtor ter resultado e continuar em sua atividade” afirmou Bruno.

Como indicador relevante dos últimos anos, a Cooperativa faturou R$ 500 milhões, no exercício 2017/2018, R$ 587 milhões, no exercício 2018/2019, e R$ 600 milhões, no exercício 2019/2020, resultado dos esforços de Diretoria, cooperados e colaboradores. Levando em consideração o faturamento de dez anos atrás, de R$ 182 milhões, o crescimento neste período foi de 229%.

Comunicado Importante

Sobre o aumento da Alíquota ICMS

Prezado (a) cooperado (a),

Conforme já divulgado no último dia 25/11/2020, continuamos com forte atuação, ao lado da OCESP (Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo), nas discussões com o Governo do Estado de São Paulo para mitigar os prováveis impactos na agricultura paulista. Apesar da representativa campanha em jornais, revistas, imprensa, mídias sociais, entre outros meios de comunicação, não obtivemos nenhuma solução ou alternativa concreta.

Diante da transparência e de nosso compromisso com nossos cooperados, informamos que a partir de 13/01/2021, sobre todo o saldo de insumos agrícolas (fertilizantes e defensivos) não retirados, incidirá a alíquota de ICMS de 4,14%.

Com o intuito de amenizar este impacto, caso as negociações com o Governo não se consolidem, a alíquota será faturada como complemento de preço, e o cooperado poderá optar por pagar a prazo, com vencimento em 12/09/2022, com taxa de juros de 4% aa. Haverá isenção total dos juros para aqueles cooperados que liquidarem seus financiamentos em 2021, na data do vencimento.

Seguimos trabalhando ao lado das entidades do agronegócio, confiantes na reversão desta medida que prejudica todo o setor agropecuário.

 

Atenciosamente,

 

A Direção

Comunicado Importante

Prezado (a) Cooperado (a),

Devido a fatores alheios à nossa vontade, como as mudanças na legislação tributária de nosso país, comunicamos que seremos obrigados a reter o valor do PIS/COFINS nas aquisições de amendoim de pessoa jurídica associada, como se segue:

IN RFB nº 1.911/2019

Da Cooperativa que Realiza Repasse de Valores a Pessoas Jurídicas Associadas, Decorrente da Comercialização de Produtos que lhe Foram Entregues

 

Art. 11. A sociedade cooperativa que realizar repasse de valores a pessoas jurídicas associadas, decorrente da comercialização de produtos que lhe foram entregues, é responsável pelo recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins (Lei nº 9.430, de 1996, art. 66; e Medida Provisória nº 2.158-35, de 2001, art. 16).

A Coplana e a associada informarão no SPED as contribuições devidas no Registro F600: Contribuição Retida na Fonte, bem como poderá constar na NF-e a base legal da responsabilidade da cooperativa pelo recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, nos termos do artigo 11 da IN RFB nº 1.911/2019.

Em caso de dúvidas, pedimos que seu (sua) contador (a) ou você mesmo (a), entre em contato com o Departamento Fiscal da Coplana pelo telefone (16) 3251-9294 ou e-mail fiscal@coplana.com (colocar no campo assunto: Retenção PIS/COFINS PJ)

Desde já, agradecemos por sua atenção e colocamo-nos à disposição.

Contribuições Sociais – Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (FUNRURAL)

Prezado (a) Cooperado (a),

A Coplana informa que a partir de janeiro de 2021, o (a) Sr. (a) terá opção de realizar o recolhimento do FUNRURAL através da folha de pagamento dos seus funcionários.

Optando pelo recolhimento do FUNRURAL por meio da folha de pagamento, a Coplana, no próximo ano de 2021, não mais realizará a retenção/recolhimento do FUNRURAL (alíquotas de 1,2% INSS e 0,1% RAT). Portanto, será retida/recolhida somente a contribuição do SENAR, (alíquota de 0,2%) sobre a receita bruta nas aquisições de seus produtos comercializados com a Coplana.

Desta forma, solicitamos gentilmente que seja encaminhada uma declaração com a opção acima descrita, devidamente assinada e com firma reconhecida até o dia 31/01/2021.

Resta esclarecer que o não recebimento da referida declaração no prazo acima, define que será mantido o recolhimento do FUNRURAL (alíquota de 1,5%) sobre a receita bruta da comercialização da produção rural.

Por fim, solicitamos o envio de cópia da Guia GPS devidamente recolhida até o dia 28 de fevereiro de 2021, demonstrando a opção pela folha de pagamento de seus funcionários.

Em caso de dúvidas, pedimos que seu (sua) contador (a) ou você mesmo (a) entre em contato com o Departamento Fiscal da Coplana pelo telefone (16) 3251-9294 ou e-mail fiscal@coplana.com (colocar no campo assunto: OPÇÃO FOLHA DE PAGAMENTO COOPERADO).

Desde já, agradecemos por sua atenção e colocamo-nos à disposição.