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Perspectivas para o setor de fertilizantes

A Coplana e a Mosaic Fertilizantes promoveram, no dia 26 de novembro, uma palestra que mostrou o panorama dos fertilizantes no Brasil e no mundo. A conclusão é de que a demanda deve continuar subindo. “Portanto, é imprescindível olhar o mercado, acompanhar de perto e ficar por dentro dos desafios, como, por exemplo, saber o que vai acontecer com as tabelas de frete”. Este foi o alerta do palestrante João Roberto Galhardo, gerente de Matéria-prima da Mosaic, que junto com o consultor agronômico da Mosaic, Jorge Eduardo Ferreira, apresentou o tema “Manejo para altas produtividades em cana: perspectivas para o setor de fertilizantes”.

Galhardo explicou que o Brasil é abastecido pelos principais mercados internacionais. “Assim, não muda nada em 2019, com o novo governo, uma vez que quem determina preços e rege a lei de oferta e demanda é mesmo o mercado internacional. Preço é oferta e demanda, nada além disso. E o Brasil não tem investimentos significativos neste setor previstos para 2019. O cenário, portanto, permanece o mesmo, com tendência de continuar aumentando a demanda”, resumiu.

02O gerente lembrou que o Brasil consome 36 milhões de toneladas e que é o quarto maior consumidor do mundo, sendo precedido pela China, que ocupa o primeiro lugar, seguida da Índia e Estados Unidos. “No Brasil, o Estado que mais tem aumentado a demanda por fertilizantes é o Mato Grosso”, afirmou. Galhardo também apresentou o panorama do desempenho do nitrogênio, fósforo e potássio, os três principais macronutrientes que compõem os fertilizantes.

Ferreira, por sua vez, falou das opções de tecnologia para incremento de produtividade. “A eficiência da fonte de fósforo precisa ser destacada, bem como a solubilidade do magnésio e sua interação com a cultura da cana. A fonte de boro, no entanto, é a que atende criteriosamente a necessidade da cultura da cana. Ou seja, cada nutriente tem sua importância e seu papel”, concluiu.

Colaboradores da Coplana e produtores participaram da palestra e declararam que a apresentação foi esclarecedora. “A palestra auxiliou a gente a tomar a decisão na antecipação da compra para o plantio da cana. Os dados informados já eram os que tínhamos em mente.  A gente já sabia que o potássio ficaria neste patamar, mas foi bom saber que os nitrogenados vão ter alterações, com menor uso de fontes de nitrato. Isso vai levar à mudança de estratégias para outras fontes nitrogenadas”, comentou o produtor Azael Pizzolato Neto.

Fotos e Produção de texto: Renata Massafera – Neomarc

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Núcleo de Negócios Silos promove reunião sobre soja e palestra com perspectivas do mercado

A soja foi tema de uma reunião ampla do Núcleo Silos, que ocorreu no dia 13 de novembro no CAC (Centro de Atendimento ao Cooperado), em Jaboticabal. Os cooperados tomaram conhecimento do percentual mínimo de soja depositada a ser comercializado, referente à safra 2018/2019. Também assistiram à palestra “Mercado de soja, perspectiva de preço e produção”, ministrada pela economista do Bradesco, Ellen Regina Steter.

Murilo Morelli, coordenador do Núcleo Silos, incentivou os cooperados a estarem mais presentes nos Núcleos Coplana. “É muito importante a nossa participação, e uma ótima oportunidade de levar à diretoria todas as demandas dos produtores, bem como propor ações”, comentou.

01 sojaMirela Gradim, superintendente da Cooperativa, explicou como funcionam os Núcleos e ratificou a importância do produtor participar.

O gerente de Operações da Unidade de Grãos, Roberto Weinert Moraes, falou do aumento da área de soja. “Tivemos um significativo aumento do volume recebido de soja nos últimos anos, e para a próxima safra estimamos um aumento de 18% em relação ao volume da safra passada. No nosso planejamento para a próxima safra, definimos a necessidade de venda de 43% do volume de soja entregue por cada cooperado até 30/04/2019, com o objetivo de recebermos e escoarmos de maneira eficiente. Temos desafios para os próximos anos, e nossa estrutura precisa ser adaptada para absorver o crescimento da cultura de soja na região. O Núcleo Silos, bem como em outras situações, tem um papel fundamental nesta busca de soluções. O Núcleo ajuda a tomar decisões e encontrar o melhor caminho”, disse Moraes.

O presidente da Coplana, José Antonio Rossato Junior, avaliou este novo momento vivido pelo segmento Silos na Cooperativa. “Há cinco safras o recebimento de soja na cooperativa tem crescido em média 33% ao ano. Nossa capacidade estática para armazenamento não comporta toda a safra, o que traz a necessidade dos produtores comercializarem um percentual antecipadamente. Estamos apresentando alternativas que flexibilizem a comercialização e o armazenamento de soja, a fim de gerenciar este crescimento substancial da cultura”, explicou Rossato. Ele encerrou sua fala, parabenizando a atuação dos coordenadores do Núcleo Silos, bem como toda a equipe da Coplana engajada na melhoria contínua da gestão e operação da estrutura de silos.

O encontro contou ainda com a participação da engenheira agrônoma Beatriz Berto, da RCI, que apresentou os processos comerciais da Intacta RR2 Pro, a convite do gestor de Tecnologia Agrícola e Inovação, Pablo Humberto Silva.

 

Palestra “Mercado de soja, perspectiva de preço e produção”,

ministrada pela economista do Bradesco, Ellen Regina Steter.

Que a economia tende a trilhar um caminho de recuperação, não há dúvida, mas ainda dependemos das definições do novo governo.

No caso do preço da soja, provavelmente haverá pouco espaço para uma valorização significativa. Esta foi uma das avaliações passadas pela economista Ellen Regina Steter, do departamento de Pesquisa e Estatística Econômica (Depec) do Bradesco, na palestra ministrada no CAC, em Jaboticabal, no dia 13 de novembro.

De acordo com a economista, há perspectiva de recuperação de mercado com o novo governo e com as possíveis reformas fiscal, administrativa e previdenciária. “O comércio varejista sentiu a desaceleração desde 2014 e agora está havendo uma retomada do consumo, principalmente no setor automotivo. Como consequência, a indústria de bens de consumo (máquinas e equipamentos) começou a respirar. A taxa de desemprego parou de piorar, e neste cenário o agronegócio tem uma participação diferenciada”, comentou Ellen.

Ela cita que o agronegócio está por trás, em grande medida, da recuperação da economia brasileira. “No caso da soja, a expectativa da Conab é uma safra um pouco menor do que a anterior, que havia sido recorde. A guerra comercial entre Estados Unidos e China tem criado condições melhores para o preço da soja brasileira, e a expectativa mundial é de outra safra recorde, principalmente nos Estados Unidos. Os preços, portanto, têm um viés mais altista (de aumento) para milho do que para soja”, explicou.

Ellen enxerga um panorama positivo para o agronegócio, com crescimento de crédito. A expectativa para a economia em 2019 também é positiva, com crescimento de 2,8%, que é tímido, mas superior a previsão de 1,1% este ano. “A agenda política precisa definir alguns detalhes como manutenção do teto de gastos, reformas administrativa, previdenciária e tributária, além de abertura comercial”, explicou, completando que a economia internacional está extremamente desafiadora, com a queda do barril do petróleo e a volatilidade do câmbio. “A expectativa é de que o dólar fique em torno de R$ 3,70”, avaliou.

As taxas de juros, de acordo com Ellen, também têm expectativa de elevação. “Esperamos que o Banco Central fique mais próximo da taxa de juros neutra, que é de 8%, mas pode ser que as reformas convirjam para uma alteração deste valor. Ainda é cedo para dizer, uma vez que o novo governo está apenas começando a traçar suas metas de ações”, concluiu.

Murilo Morelli destacou que as informações técnicas oferecidas pela economista vieram ao encontro do que o mercado vem sinalizando. “Início de um novo governo, expectativa de voltarmos a crescer, combate à corrupção, reformas e tudo o que dá esperanças ao agricultor para produzir com boas margens de renda. A palestra mostrou os novos ares e uma expectativa positiva”, avaliou Murilo.

A superintende da Coplana, Mirela Gradim, citou que o cenário apresentado pela economista foi mais para o positivo do que para o negativo, mas alertou que é necessário cautela por parte dos produtores. “Ainda há muito o que acontecer até a colheita. Importante que o produtor proteja parte de sua produção, pelo menos para pagamento do custo, minimizando o risco”, afirmou.

Fotos e Produção de texto: Renata Massafera – Neomarc 

Ácaro-vermelho do amendoim: avanços no manejo

Ácaros na cultura do amendoim foi o tema de três dissertações de mestrado da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV) – Unesp Jaboticabal, sob orientação do Prof. Dr. Daniel Júnior de Andrade, do Departamento de Fitossanidade. Os trabalhos dos pós-graduandos em Entomologia Agrícola, Cirano Cruz Melville, Fabiano Aparecido dos Santos e Yoandry Rodríguez Rivero foram motivados, segundo o professor, pela carência de informações nesta área, importância da cultura para a região e estrutura da FCAV para projetos ligados ao amendoim. “Tivemos a colaboração de produtores, cooperativas, empresas privadas, entre outros”, afirmou.

Durante os estudos foi avaliada a capacidade de colonização do ácaro-vermelho do amendoim, Tetranychus ogmophallos, em mais de 50 plantas daninhas comuns em áreas de produção de amendoim em rotação com a cana-de-açúcar. “Este trabalho foi importante para conhecimento dos hospedeiros deste ácaro e alinhamento de estratégias de controle desta praga, bem como de plantas daninhas. Ficou evidente que este ácaro tem hábito alimentar monófago, alimentando-se basicamente de plantas do gênero Arachis. Foi verificado que plantas de amendoim ‘tigueras’ são importantes como refúgio e abrigo para o ácaro-vermelho durante a entressafra, e estas plantas devem ser controladas para evitar infestações do ácaro nas safras subsequentes”, ressaltou.

José Marcelo Alves Pacífico, engenheiro agrônomo e gerente Técnico-Comercial de Insumos da Coplana e Guilherme Pongeluppe Patti, engenheiro agrônomo e gerente da Filial Taquaritinga, destacaram a relevância dos estudos para o cultivo, sujeito a vários tipos de estresse, seja por fatores de natureza biótica ou abiótica. “Entre os fatores bióticos que afetam o desenvolvimento das plantas, destaca-se a ocorrência de pragas e doenças que limitam a produtividade da cultura. O ácaro-vermelho é uma praga emergente, que vem causando prejuízos aos produtores de amendoim desde a safra 2008/2009. Até a realização da pesquisa pouco se sabia sobre o potencial e a capacidade de dispersão desta espécie de ácaro”, afirmam. A seguir, os técnicos destacam diversas conclusões dos estudos.

Conclusões em destaque

  • O ácaro-vermelho possui importância para a cultura do amendoim, principalmente nos períodos de seca prolongada. No campo, sua infestação inicia-se em pequenas reboleiras, dificultando o diagnóstico precoce da praga na área, sendo percebida, na maioria das vezes, quando já está bastante alta. Infesta principalmente as folhas. Porém, é comum observá-lo nas hastes, principalmente quando a população está elevada. Além disso, um dos sinais mais característicos deste ácaro é a elevada quantidade de teia produzida (ANDRADE; MELVILLE; MICHELOTTO, 2016).
  • É conhecido como dispersão o conjunto de processos que possibilitam a fixação de indivíduos de uma espécie em um local diferente daquele onde nasceram. A capacidade de dispersão de um determinado organismo é considerada fator chave para a sua sobrevivência. Os seres vivos procuram novas áreas quando há competição por espaço e alimento, devido à elevação na densidade populacional. Observou-se que as plantas espontâneas identificadas na área apontam não ser hospedeiras de ácaro-vermelho, com exceção do amendoim. Para algumas plantas com porte maior que o amendoim, como por exemplo, a cana-de-açúcar, observou-se que os ácaros migram em alta população para o ápice da planta na tentativa de dispersar-se. Isso pode ser um fator importante para dispersão do ácaro no campo em áreas de amendoim em rotação com a cana-de-açúcar. Além disso, as altas infestações de amendoim tiguera em cana-planta constituem o principal fator de dispersão e estabelecimento de ácaro-vermelho e outras pragas importantes do amendoim nas entressafras.
  • Ácaros tetraniquídeos podem se dispersar de forma ativa, através do seu próprio caminhamento (HUSSEY; PARR,1963; ALVES; CASARIN; OMOTO, 2005), por forese (transporte por outros organismos) (YANO, 2004) ou por dispersão aérea através das correntes de ar (OSAKABE et al., 2008). Neste contexto, um fator importante relacionado à dispersão aérea dos tetraniquídeos é a produção de teia (BELL et al., 2005). Para o ácaro-vermelho ocorre um deslocamento coletivo quando há um alto índice populacional promovendo o esgotamento de alimento. Este tipo de dispersão é chamado de “balonismo” (ballooning), que é comumente realizado pelos ácaros fêmeas que se apoiam nos pares de pernas posteriores e levantam a parte anterior do corpo, deixando-se levar pelo vento. Fêmeas de algumas espécies de tetraniquídeos ficam penduradas por fios de seda por elas produzidos, até que o vento atinja velocidade para que o fio de seda arrebente (MORAES; FLECHTMANN, 2008).
  • A dispersão pode ser um fator capaz de influenciar a evolução de resistência a produtos fitossanitários através da migração de populações já resistentes (FRAGOSO; GUEDES; LADEIRA, 2003).
  • O ácaro-vermelho forma colônias sobre as plantas com elevado número de indivíduos que ocupam ambos os lados das folhas, causando clorose e queda prematura de folhas (FERREIRA; FLECHTMANN, 1997). Com o aumento populacional, pode-se observar a formação de uma densa camada de teia que tem como funções proteger a colônia contra chuva e predadores, facilitar o encontro entre machos e fêmeas, assim como tem papel muito importante na dispersão da espécie (BELL et al., 2005; YANO, 2008).
  • O ácaro-vermelho também causa depreciação quantitativa e qualitativa na cultura do amendoim. Foi verificado por Lourenção et al. (2001) redução de até 76% na produtividade da cultura de amendoim em campos destinados à produção de sementes. As plantas, quando infestadas nos primeiros estágios de desenvolvimento, não resistem ao ataque do ácaro-vermelho do amendoim, e quando a infestação ocorre aos 90 dias após a emergência pode haver redução de até 85% da produtividade (MELVILLE et al., 2018).
  • A velocidade do vento está diretamente relacionada com a dispersão do ácaro-vermelho (quanto maior a velocidade do vento, maior será o número de ácaros deslocados e maior será a distância). Alertamos nossos cooperados produtores de amendoim, que havendo suspeita da ocorrência de ácaros em suas lavouras, procurem imediatamente o engenheiro agrônomo que o atende, para que seja orientado corretamente em relação ao controle. Nossos técnicos estão preparados para oferecer o devido atendimento.

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Calendário 2019

Projeto conta com inovações e participantes formam equipes para a produção de desenhos e frases

A Coplana, o Sicoob Coopecredi e a Socicana realizaram, no dia 19 de outubro, a 15ª Edição do Projeto Calendário. Este ano, em vez de concurso, a Comissão Organizadora promoveu um dia de atividades com dinâmicas da área de Educação Financeira, exposições e apresentações sobre Agricultura e Meio Ambiente, além de Jogos Cooperativos.

Filhos, netos e sobrinhos de cooperados e associados conheceram as instalações das entidades e fizeram um mergulho nos conceitos do agronegócio.

Para a criação dos desenhos e frases que irão compor o calendário das três entidades no próximo ano, os participantes formaram equipes, com base nos princípios do associativismo e cooperativismo. Sem os tradicionais critérios da seleção por competição, o resultado foi fruto do trabalho coletivo de crianças e adolescentes de 8 a 14 anos, focados no tema “Cooperar para Transformar”.

A mudança no formato marca uma nova fase da iniciativa e nas ações de Responsabilidade Social das entidades. Outra mudança neste ano foi a “premiação”. Como reconhecimento pela disposição em integrar a iniciativa, cada um dos dois inscritos levou para casa um kit com brindes das entidades e uma Poupança do Sicoob Coopecredi.

O calendário 2019, além de desenhos e frases, contará também com fotos do dia de atividades. A distribuição é gratuita e dirigida a associados, cooperados, fornecedores e parceiros.

Fotos: Ewerton Alves/Produção de Texto: Regiane Alves/Neomarc

DoacaoH2018

Responsabilidade Social – Hospital de Amor recebe nova doação de cooperados da Coplana

Valor deste ano alcança R$ 50 mil

Pelo 13º ano consecutivo, produtores de grãos, cooperados da Coplana, realizam doação ao Hospital de Amor de Barretos, referência no Brasil e exterior pelo tratamento de pacientes com câncer.

No dia 2 de outubro, o presidente da Cooperativa, José Antonio Rossato Junior, e o vice-presidente Bruno Rangel Geraldo Martins estiverem no hospital para entregar o cheque de R$ 50.202,40 (cinquenta mil, duzentos e dois reais e quarenta centavos).

Ao longo dos últimos 13 anos, os produtores doam parte de seu produto para o Hospital, e a Cooperativa comercializa para reverter o valor em doação. Neste período, o montante já soma, sem correções, R$ 933.190,12 (novecentos e trinta e três mil, cento e noventa reais e doze centavos).

No dia da doação, Rossato Junior e Bruno Rangel foram recebidos pelo gerente de Captação de Recursos do Hospital, Antônio Zardini, que enfatizou o conceito de humanização no atendimento, segundo ele, também responsável pela recuperação dos pacientes. Ele lembrou de uma convicção do Dr. Paulo Prata, idealizador e fundador do Hospital, para quem o remédio não fazia efeito se o paciente não recebesse acolhimento.

Rossato falou de sua satisfação ao entregar o cheque, representando os cooperados de grãos. E lembrou, além da competência e estrutura, o diferencial humano, que se tornou uma marca do Hospital e que contribui com o resultado dos tratamentos.

Esta mobilização da Cooperativa para a causa do Hospital de Amor leva em consideração, entre outros aspectos, a excelência do atendimento, o trabalho de excelência, o atendimento humanizado e a ajuda a milhares de pessoas de todo o Brasil. Mensalmente, o déficit do Hospital chega a R$ 20 milhões que precisam ser supridos por meio de doações.

Doações Hospital de Amor

Ato Cooperativo do Amendoim – Cooperados Coplana

2006 54.014,96
2007 51.388,82
2008 74.491,07
2009 40.950,54
2010 45.714,03
2011 41.153,16
2012 91.265,84
2013 59.260,05
2014 49.398,12
2015 61.729,51
2016 66.480,00
2017 247.141,62
2018 50.202,40
Total………………………………. 933.190,12

 

Fotos e Produção de Texto: Regiane Alves/Neomarc

 

Saiba mais…

 

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Campo Limpo 2018

Resumo das atividades promovidas pela Coplana

Central de Portas Abertas

Pelo 14º ano consecutivo, a Coplana – Cooperativa Agroindustrial promoveu, em conjunto com a cadeia produtiva de todo o Brasil, o Dia Nacional do Campo Limpo, comemorado anualmente no dia 18 de agosto. A data integra o Calendário Nacional desde 2008 e foi criada pelo Inpev (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) com o objetivo de reconhecer o papel de produtores, cooperativas, fornecedores e revendas no processo de logística reversa de embalagens de defensivos.

 

campo6No dia 17 de agosto, alunos da Etec Bento Carlos Botelho do Amaral, de Guariba, conheceram a Central de Recebimento de Embalagens da Coplana e a produção canavieira. A visita começou com a palestra do gerente Técnico-Comercial de Insumos, José Marcelo Pacífico, no auditório da Socicana. Ele explicou todo o processo do plantio à colheita da cana, esclarecendo os cuidados com a sustentabilidade.

“Tudo na cana-de-açúcar se aproveita. Ela gera energia, emprego e renda. Precisamos desmistificar vários conceitos equivocados em relação à cana de açúcar e deixar muito claro para a sociedade que atualmente a cana com certeza é uma das culturas mais sustentáveis e ambientalmente correta. O gerente explicou também sobre a importância da utilização dos defensivos agrícolas, outro tema que se faz necessário a elucidação da sociedade e o papel fundamental da Central de Recebimento de Embalagens (CRE) da Cooperativa, que foi pioneira e serviu de modelo não só para as unidades brasileiras, como também de outros países.

 

A apresentação continuou com Fábio Elias de Paiva, responsável técnico da Central de Recebimento de Embalagens, que mostrou como era o descarte de embalagens antes da intervenção da Coplana e como é a destinação atualmente. “A evolução deste processo culminou com o atual modelo de logística reversa. Há duas recicladoras que recebem o material da Coplana e das demais centrais, que hoje são dezenas no Brasil”, contou Fábio.

Em seguida, os alunos seguiram para a CRE. “O Fábio já tinha ido à minha escola e eu já conhecia bastante o processo. Fiz até um poema sobre a importância do agronegócio e acho muito importante estas visitas, que nos esclarecem tanto sobre a realidade que vivemos”, contou Sara Máximo, de 15 anos.

O estudante Gabriel Henrique Lopes Souza, de 17 anos, falou que estava entrando na CRE da Coplana pela primeira vez, mas já sabia parte do que acontecia na Central. “As informações que recebemos hoje foram fundamentais para entendermos o que a logística reversa. Quanto à importância da cana, eu já sabia. Minha mãe trabalha em laboratório de uma usina e nos conta a importância do agronegócio”, disse Gabriel.

Sinara Aparecida Lucas da Silva, coordenadora do Ensino Médio da Etec Bento Carlos Botelho do Amaral, estava visitando a Central pela primeira vez e garantiu que ficou impressionada com o cuidado na destinação das embalagens. “Trouxemos os alunos do primeiro ano de Administração porque eles vão aprender logística reversa, mas com a visita eles aprenderam muito mais”, destacou a coordenadora.

 

Exposição em Jaboticabal

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No dia 24 de agosto, foi a vez de Jaboticabal sediar a exposição: “Sustentabilidade e Meio Ambiente”, na Estação

de Eventos Cora Coralina. Fábio de Paiva comentou que as atividades mostraram não só as ações da Coplana ao longo dos anos, no sentido de preservação do meio ambiente, mas também outras iniciativas, como as do Centro de Educação Ambiental (CEA) da Prefeitura de Jaboticabal, Fatec Jaboticabal, Etec de Guariba, Escola Estadual Joaquim Batista, Sescoop/SP e Colégio Técnico Agrícola da Unesp Jaboticabal. Ao longo do dia, participaram cerca de 500 estudantes da região.

Thaíres de Jesus Nascimento, 10 anos, participou pela segunda vez do DNCC e contou que gosta muito de aprender novas formas de cuidar do meio ambiente. “Aprender brincando é muito bom”, completou. Larissa Eduarda Silva, 10 anos, concorda. “É muito gostoso saber o que devemos fazer para cuidar da natureza. O que mais gosto no Dia de Campo Limpo é o teatro”, disse Larissa, que acompanhava atenta à peça “A princesa higiene e o príncipe meio ambiente”, interpretada pela Companhia Arueiras do Brasil.

A estudante Paola Carolainy Santos Murillo, 10 anos, participou pela segunda vez do Dia de Campo Limpo e garantiu que a cada edição há um novo aprendizado. “O teatro deste ano falou sobre jogar lixo nas ruas. No ano passado, aprendemos a cuidar dos rios”, citou Paola.

Luciana Caruso, inspetora da EMEC Dr. José Abdo Chueire, ressaltou a importância dos conteúdos abordados durante o Dia de Campo Limpo. “Os alunos absorvem as informações e repassam para seus familiares. É uma ação muito importante. Os organizadores estão de parabéns”, avaliou.

Entre as dinâmicas ao longo do dia, os estudantes conheceram o cultivo por hidroponia, um aquecedor solar de baixo custo, animais empalhados, um processo caseiro para a reciclagem de papel, além de peça de teatro.

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Fotos: Ewerton Alves / Produção de texto: Renata Massafera – Neomarc

Urna

Cooperativismo e as Eleições 2018

Você já sabe que o voto é um dever

Mas, acima de tudo, um direito que lhe pertence.

 

Ainda assim, você deve cumprir a Legislação Eleitoral.

 

Pode divulgar os candidatos engajados com a causa cooperativista?Hominho

SIM.

Expor sua opinião pessoal sobre eles em aplicativos, blogs e redes sociais?

SIM.

Colocar o adesivo de quem apoia em casa, carro, moto ou outro bem particular?

SIM… desde que seja de graça!

Ah, e de livre e espontânea vontade!

 

CUIDADOS IMPORTANTES:

Só use material gráfico de comitês.

Eles são de responsabilidade dos candidatos.

 

Dúvidas? Leia nossa cartilha.

E não deixe de assistir aos vídeos!

somoscooperativismo.coop.br

 

Clique aqui para assistir ao vídeo!

OCB

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8º Encontro dos Produtores de Amendoim

8o Encontro dos Produtores de Amendoim realizado pela Coplana, dia 1 de setembro, em Jaboticabal, trouxe a avaliação da safra, a exposição dos cenários econômico e de mercado, além de informações relevantes sobre a lavoura e operações na Unidade de Grãos.

Realizado anualmente, o evento promove um alinhamento das iniciativas da Cooperativa, relacionadas à cultura e fortalece a união para o novo período que se inicia.8amendoim4

 

 

 

 

 

 

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5ª Feira Coplana de Negócios

A equipe da Cooperativa está comemorando os bons resultados da 5ª edição da Feira Coplana de Negócios, que aconteceu entre os dias 29 e 31 de agosto, em Jaboticabal.

A iniciativa cumpriu seu objetivo de oferecer condições diferenciadas ao cooperado, por meio da negociação com os fornecedores de insumos, peças, máquinas e implementos.

O formato no próprio espaço da Filial da Coplana também provou ser a melhor escolha, com acesso fácil e conforto para cooperados, público em geral e parceiros.

Além dos negócios gerados na Feira, com repercussão pelos próximos meses, a Feira também serve para aproximar ainda mais os cooperados da equipe, promover a troca de experiências e informações sobre tecnologias à disposição do produtor.

Fotos: Ewerton Alves / Produção de texto: Renata Massafera – Neomarc

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4ª Corrida Coplana Pegada Sustentável supera expectativas

O evento aconteceu no domingo, dia 2 de setembro, no loteamento Nova Rocca, em Guariba, e mobilizou 601 corredores, o que representa um aumento de 33,5% em relação ao ano anterior. A corrida foi dividida em categorias e teve percursos de 5 km e 10 km, além da caminhada de 3 km.

O presidente da Coplana, José Antonio de Souza Rossato Junior, após ter corrido 10 km, participou da premiação. “Este ano, as inscrições foram bem maiores e, com isto, conseguimos cumprir também nosso papel social de doar o montante arrecadado com as inscrições para a entidade Cristo Rei, de Guariba”, comentou. Mirela Gradim, superintendente da Coplana e vencedora dos 10 km da categoria colaborador feminino. “O evento foi um sucesso e alcançou os objetivos da Cooperativa, que é promover saúde, sustentabilidade e a união entre seus colaboradores”, avaliou.

A campeã dos 5 km na categoria colaborador feminino, Tamíris Gregório Nascimento, contou que participou já da 1ª edição da Corrida Coplana – Pegada Sustentável, em 2015. “A partir daí descobri o gosto pelo esporte e não parei mais.”

Os campeões elogiam a organização do evento

Sob fiscalização da Federação Paulista de Atletismo, os vencedores dos 5 e 10 km, cruzaram a largada com a sensação de superação. Miguel Luciano, 35 anos, de São Carlos, participou pela terceira vez da competição. Ele foi o primeiro a cruzar a linha de chegada, vencendo a categoria 5 km geral masculino. Jaciane Barros foi a primeira mulher a chegar na prova de 5 km. A vencedora tem 30 anos e veio de Jaú para participar do evento. “A corrida foi muito bem organizada. Dá gosto participar de eventos assim”, disse.

Paulo Alves dos Santos, de 35 anos, veio de Parapuã, a mais de 300 km de Guariba, para participar pela primeira vez da Corrida, e pegou o primeiro lugar da categoria 10 km masculino. Já a vencedora dos 10 km feminino foi Thaynara Alves Pedroso, de 22 anos, de Barretos, consagrada bicampeã. “

Quem ganhou também foi o Centro Social Comunitário Cristo Rei, que além dos R$ 13.712,00, valor das inscrições do público em geral, levou para o projeto mais de 300 kg de alimentos, fruto das inscrições dos colaboradores.

Resultado da Corrida Coplana Pegada Sustentável 2018

Os atletas da região foram destaques nesta competição que contou, também, com cidades mais distantes do estado de São Paulo, como Santos, Taubaté e Sarutaiá e até cidades mineiras, como Poços de Caldas. No total, foram 44 cidades participantes. Confira a tabela abaixo com os nomes dos três primeiros colocados, o tempo e a cidade.

Geral

10KM – Feminino

1º – THAYNARA ALVES PEDROSO – BARRETOS

2º – VIANCA PEREIRA – BIRIGUI

3º – MILENA MARA ANDRADE – ARARAQUARA

10KM – Masculino

1º – PAULO ALVES DOS SANTOS – PARAPUÃ

2º – EDSON ROBERTO BRITO SACCHETTO – RIBEIRÃO PRETO

3º – LUIS FERNANDO MEDEIROS – BRODOWSKI

5 KM – Feminino

1º – JACIANE BARROSO DE JESUS – JAÚ

2º – VALÉRIA SANCHES PRIETO – NOVAIS

3º – CAROLINE ALVES DOS SANTOS – PARAPUÃ

5 KM – Masculino

1º – MIGUEL LUCIANO – SÃO CARLOS

2º – MARCELO CABRINI – ARARAQUARA

3º – AILTON MESSIAS MIRANDA – CRISTAIS PAULISTA

Colaboradores Coplana, Sicoob Coopecredi e Socicana

10 KM – Feminino

1º – MIRELA CRISTINA GRADIM – TAQUARITINGA

2º – GIOVANA NOLASCO GIANGRECCO – JABOTICABAL

10 KM – Masculino

1º – ERNANE FELIX MELQUIADES – GUARIBA

2º – MARCOS TOSHIHISA TOYOSHIMA – JABOTICABAL

3º – RAFAEL CHIQUITELLI – GUARIBA

5KM – Feminino

1º – TAMIRIS DE CASSIA GREGÓRIO DO NASCIMENTO – GUARIBA

2º – MICHELLY DINIZ ALVES – GUARIBA

3º – SANDRA SOARES SILVA – MATÃO

5KM – Masculino

1º – ANDRÉ LUIS DA SILVA – GUARIBA

2º – DANIEL DUTRA PEREIRA – JABOTICABAL

3º – CAIO CESAR MADEIRA – GUARIBA

Fotos: Ewerton Alves / Produção de texto: Renata Massafera – Neomarc